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Autism and Employment

Just 16% of autistic adults in the UK are in full-time paid employment, and only 32% are in some kind of paid work.

This does not mean that autistic people are not able to work or want to, but rather that companies need to develop a procedure for inclusion and acceptance of the flexibility required for certain disabilities, as Autism.

The interview process for example is quite difficult for someone that have difficulties in social interaction, giving a bad first impression, even when they are very competent and perfect for the job.

JPMorgan developed an interview process specific for autistic people, where they trained managers to recognize the traits, like not looking into the eyes, and only judge on the potential of the person as the employee. I believe this is the future for companies.

After the interview, there are the social pressure to participate and be a part of the team. There are lights, and coffee breaks and small talk. This can be too much for autistic people, and although we tend to learn how to mask our traits, we need to improve our workplaces to make autistic people comfortable too, as for example, allow headphones, dim the lights in their office, avoid contact unless is work-related, etc.

Why should companies make the effort? Because we can be creative, logical, rational, deeply honest, hard-working and we think outside of the box. Everyone is different, and everyone have their set of difficulties and qualities, that could be used in employment. Autistic people still have so much to offer to companies, as long as companies can make space for them.

You can see in this video how hard it is the interview process for autistic people:


Apenas 16% dos adultos autistas no Reino Unido têm empregos remunerados em tempo integral e apenas 32% têm algum tipo de trabalho remunerado.

Isso não significa que as pessoas autistas não sejam capazes ou não queiram trabalhar, mas sim que as empresas precisam desenvolver um procedimento para inclusão e aceitação da flexibilidade necessária para certas incapacidades, como o autismo.

O processo de entrevista, por exemplo, é bastante difícil para quem tem dificuldade de interação social, dando uma má primeira impressão, mesmo quando é muito competente e perfeito para o trabalho.

JPMorgan desenvolveu um processo de entrevista específico para pessoas autistas, onde eles treinaram gerentes para reconhecerem as características, como não olhar nos olhos, e apenas julgar o potencial da pessoa como empregado. Eu acredito que este é o futuro das empresas.

Após a entrevista, há a pressão social para participar e fazer parte da equipe. Há luzes, intervalos para o café e conversa fiada. Isso pode ser demasiado para autistas e, embora tenhamos a tendência em aprender como mascarar nossos traços, precisamos melhorar nossos locais de trabalho para deixar os autistas confortáveis ​​também, como por exemplo, permitir fones de ouvido que cancelem barulho, diminuir as luzes nos seus escritórios, evitar contacto a menos que seja relacionado ao trabalho, etc.

Porque é que as empresas deveriam fazer esse esforço? Porque podemos ser criativos, lógicos, extremamente honestos, racionais, trabalhadores e temos a capacidade de pensar fora da caixa. Cada pessoa é diferente, e cada um tem seu conjunto de dificuldades e qualidades, que podem ser aproveitadas no trabalho. Os autistas ainda têm tanto para oferecer às empresas, desde que as empresas abram espaço para eles.

Podem ver neste vídeo como é difícil o processo de entrevista para pessoas autistas:

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