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The importance of Unmasking for Inclusion

To really achieve full inclusion of autistic people in society, we have to stop forcing autistic people to mask who they are to be accepted.

Masking or camouflage is the masking of our autistic traits or our difficulties, to fit into society. For example, when we look at the middle of the eyebrows, to simulate eye contact. In my opinion, it is necessary to create therapies or support for unmasking or to decrease the level of masking in adult autistic people. Why?

Although masking is a very effective way to hide autism, in the long run it starts to be associated as one of the biggest causes of deregulation, burnouts, mental illness and suicide attempts in adult autistic people. A 2017 British research showed that exhaustion is universal in adult autistic people who say they feel totally drained – mentally, physically and emotionally.

The few studies on this subject show that masking is proportionally linked to an increase in mental illnesses like depression and anxiety, as well as an increased likelihood of suicide attempts. The effort to avoid being who we are, and to become someone else to be accepted, erases our creativity, rationality, logic, art, but above all, it erases who we are. The cost of masking, seems to be our life. However, we are still being pushed to it.

For example, avoiding repetitive movements or stereotypes is “harmful to our health” because stimming helps us to regulate our emotions, sensory stimuli and ability to focus.

Excessive camouflage, done for years on end, can also cause us to lose sight of our true identity. Identity is essential to human beings, and without the acceptance of our identity, whether by us or by others, we can never reach true inclusion.

We need to gradually develop therapies and support to unmask all these autistic adults who are being lead to exhaustion just so that neurotypicals feel comfortable and accept us. I am currently trying, and I confess that it is a challenge. However, it is worth it. At least, so I can find myself for the first time in my life.


Para realmente conseguirmos inclusão total dos autistas na sociedade, temos que parar de obrigar os autistas a mascarar quem são para serem aceites.

O Masking ou camuflagem é o mascarar dos nossos traços autistas, para nos integrarmos. Por exemplo, olharmos para o meio das sobrancelhas, para simular contacto visual. Na minha opinião, é necessário criar terapias ou acompanhamento para unmasking ou para diminuir o nível de mascaramento nos autistas adultos. Porquê?

Porque embora o mascaramento seja uma forma bastante eficaz de esconder o autismo, a longo prazo começa a ser associado como umas das maiores causas de desregulação, burnouts, doenças mentais e tentativas de suicídio nos autistas adultos.

Uma pesquisa britânica de 2017 mostrou que exaustão é universal nos autistas adultos que se dizem sentirem totalmente esgotados – mentalmente, fisicamente e emocionalmente.

Os poucos estudos sobre este assunto mostra que o mascaramento está proporcionalmente ligado ao aumento de doenças mentais como depressão e ansiedade, assim como um aumento da probabilidade de suicídio. O esforço de evitarmos ser quem somos, e de nos tornarmos noutra pessoa para sermos aceite, apaga a nossa criatividade, racionalidade, lógica, arte, mas acima de tudo, a nossa identidade. O custo do mascaramento, parece ser quem somos, mas continuamos a ser pressionados a o fazer.

O mascarar do stimming, ao evitarmos os movimentos repetitivos ou esterotipias é prejudicial à nossa saúde, porque é essencial para a nossa auto-regulação emocional e sensorial.

A camuflagem excessiva, feita por anos sem fim, também pode causar que percamos de vista a nossa verdadeira identidade. A identidade é essencial ao ser humano, e sem a aceitação da nossa identidade, seja por nós, ou pelos outros, nunca poderemos chegar à verdadeira inclusão.

Precisamos desenvolver gradualmente terapias e apoio para desmascarar todos esses adultos autistas que estão a ser levados à exaustão apenas para que neurotípicos se sintam confortáveis ​​e nos aceitem. Atualmente estou a tentar, e confesso que é um desafio. Porém, vale a pena. Pelo menos, para que eu me possa conhecer pela primeira vez na vida. 

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