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The spoon theory

The spoon theory started as a theory to help society to understand how chronically-ill people tend to manage their time and energy, compared to healthy people, and has since been adapted to Autism. It was shared by Christine Miserandino, who lives with Lupus, on her blog “But you don’t look sick

So.. what is the spoon theory?

We chronically-ill people, or autistic people (or both), have a limited amount of energy to spend throughout our day.

Imagine that when you wake up, you are the proud owner of 12 spoons. Those spoons represent you energy for the day.

Where do you want to use them?

  • Shower – 2 spoons
  • Make dinner – 2 spoons
  • Call your family- 2 spoons
  • Manage your money – 3 spoons
  • Commuting – 3 spoons
  • Grocery shopping – 4 spoons
  • Study – 4 spoons
  • Go to the doctor – 4 spoons
  • Exercise – 4 spoons
  • Work – 5 spoons

If you are any good at math, you will start seeing our problem. You might reset those spoons, or some by rest, or in case of autistic people, by engaging in our special interests and things we love. However, if you use all your spoons and do not stop, you will have a meltdown or a shutdown. Also, if you haver less sleep, are in more pain/stress, the spoons are going to be less, and you will have more trouble doing the things you need to do throughout the day.

How much energy we actually put into something might be very different, depending on the person. For example for me, going to the grocery shop takes a lot more spoons than work, because I work from home, but if as an autistic person, you have to deal with people, you might use all your daily spoons for work.

This is to try to explain that our energy is not limitless. No one is, but ours, chronically-ill, or neurodiverse folks, have a very limited amount of energy. We are not lazy. We are struggling to be as productive as people that do not have to worry about how much energy they have to survive a day.

Respect our levels of energy.



A Teoria das colheres

A teoria da colher começou como uma teoria para ajudar a sociedade a entender como pessoas com doenças crônicas tendem a administrar o seu tempo e energia, em comparação com pessoas saudáveis, e desde então foi adaptada para Autismo. Foi compartilhado por Christine Miserandino, que vive com Lupus, no seu blog “But you don’t look sick” (Mas não parece doente).

Então, o que é a teoria da colher?

Nós, pessoas com doenças crônicas ou autistas (ou ambos), temos uma quantidade limitada de energia para gastar ao longo do dia.

Imagine que, ao acordar, você é o orgulhoso proprietário de 12 colheres. Essas colheres representam sua energia para o dia.

Onde você deseja usá-los?

  • Sair da cama – 1 colher
  • Tomar comprimidos – 1 colher
  • Vestir-se – 1 colher
  • Ver televisao – 1 colher
  • Tomar banho – 2 colheres
  • Pesquisar na Internet ou ler – 2 colheres
  • Ligue para sua família – 2 colheres
  • Fazer o jantar – 3 colheres
  • Limpar a casa – 3 colheres
  • Usar transportes publicos – 3 colheres
  • Fazer compras – 3 colheres
  • Trabalhar ou estudar – 4 colheres
  • Conviver com os amigos – 4 colheres
  • Sair a noite – 4 colheres
  • Exercício – 4 colheres

Se for bom a matemática, começará a ver o nosso problema. Você pode voltar a ganhar essas colheres, se descansar , ou no caso de pessoas autistas, fazer os nossos interesses especiais e coisas que amamos. No entanto, se você usar todas as colheres e não parar, terá um meltdown ou um shutdown, e precisará de mais tempo de recuperação. Além disso, se dormir menos, estiver com mais dor/estresse, as colheres diminuirão e terá mais problemas para fazer as coisas que precisa ao longo do dia.

Quanta energia realmente colocamos em algo pode ser muito diferente, dependendo da pessoa. Por exemplo, para mim, ir ao supermercado exige muito mais colheres do que trabalhar, porque trabalho em casa, mas se, como uma pessoa autista, tem que lidar com pessoas no trabalho, pode usar todas as suas colheres do dia para trabalhar.

Isso é para tentar explicar que nossa energia não é ilimitada. Ninguém tem, mas pessoas com doenças crônicas ou neurodiversos, têm uma quantidade muito limitada de energia. Não somos preguiçosos. Estamos a lutar para ser tão produtivos quanto as pessoas que não precisam se preocupar com quanta energia têm para sobreviver por dia.

Respeite os nossos níveis de energia.

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