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Autism Equality

What is Activism?

I got a lot of “feedback” from my last post so I wanted to stop the several part posts on ABA to talk about the responses I received for showing a piece of history.

My last post was a gathering of history and facts. In no part whatsoever I say I am completely against therapies. In fact, one of my projects is to push for more easily access to therapies (with autism-friendly therapists) at low cost for children and adults.

Everytime we try to bring awareness for some uncomfortable parts of history and science, we get really aggressive and irresponsible comments. It is not new and you can see it from autistic people that commented how “brave” I was. That is because they know what happens when you dare to speak something about ABA in particular. A lot of autistic people even confided me that they questioned their own activism and social media presence because of this. It drains energy from us. First because of the hours we have to research and prepare information, and second for the hours we have to respond to unpleasant comments.

This post has one point only and that is: Activism is about discomfort. If you want fluffy posts, pretty pictures and inspiring quotes I advise you to follow an instagrammer. Activism is to share experiences and parts of society that are uncomfortable to many. Not much is changed through comfort. It is only when we confront the ugly and deeply hurtful parts of society, that we change for the better. So activism is to activate that change. Sharing a piece of history it is not denying science. It’s confronting the deeply traumatizing past to make way for a better future.

One of the reasons we have so many people denying the existence of the holocaust (and I am not comparing that to ABA, so wait for it) is that there is not a lot of people that survived it left. Their experiences are taped and available, but with the people that actually went through disappearing, their trauma is more easily silenced. My point with this is silencing experiences and history it only leads to us forgetting history, and enable us to repeat it. And in the autistic community this happens everytime we try to bring awareness to the past, being that about therapies, theories, research or whatever it is that damaged the life of autistic people.

Activism is not sharing inspirational posts about overcoming disability. Activism is making people uncomfortable and confronting the trauma of the past to ensure that it is not repeated it, and that we evolve into a more understanding and inclusive path in our society.

I also received a lot of supportive messages, including from therapists. The truth is good therapists are supportive of showing the bad ones, because they don’t feel threatened. The hiding of bad practices it is not helpful for therapists or for autistic people. There are incredible kind and inclusive experts that actually want to help the autistic people and their families, and those are not afraid of history. In fact they studied it to ensure they do better.

Finally, I wanted to add that I do not need to expose anything of my private life unless I feel like I need to. I do that to help people, not to give my argument more validity. Because guess what, we autistic people do not need to have a sob story for you to add validity to our argument about history and to share the experience of the community.

Thank you all that supported me and soon I will continue with the next parts of the ABA installment. Once I have the energy for more comments like the ones I received.


O que é Activismo?

Recebi muitos comentários da minha última postagem, e portanto queria interromper as várias postagens em partes sobre terapia ABA para falar sobre as respostas que recebi por mostrar um pedaço da história.

A minha última postagem foi uma juncão de história e factos. Em nenhuma parte disse que sou totalmente contra as terapias. Na verdade, um dos meus projetos é desenvolver formas de acesso mais fácil a terapias (com terapeutas amigos do autismo) a baixo custo para crianças e adultos.

Sempre que tentamos chamar a atenção para algumas partes desconfortáveis ​​da história e da ciência, recebemos comentários realmente agressivos e irresponsáveis. Não é novo e pode ver isso quando autistas comentaram como eu era “corajosa”. Isso porque eles sabem o que acontece quando ousamos falar algo sobre ABA em particular. Vários autistas até me confidenciaram que questionaram o seu próprio activismo e presença nas redes sociais por causa disso. Isso drena a nossa energia. Primeiro por causa das horas que temos que pesquisar e preparar informações e, segundo, pelas horas que temos que responder a comentários desagradáveis.

Esta postagem tem apenas um ponto, que é: Ativismo é sobre desconforto. Se quer postagens fofinhas, fotos bonitas e citações inspiradoras, aconselho a seguir um instagrammer. Ativismo é compartilhar experiências e partes da sociedade que são desconfortáveis ​​para muitos. Nada muda muito com o conforto. Somente quando confrontamos as partes feias e profundamente nocivas da sociedade é que mudamos para melhor. Portanto, ativismo é ativar essa mudança. Compartilhar um pedaço da história não é negar a ciência. É confrontar o passado profundamente traumatizante para abrir caminho para um futuro melhor.

Uma das razões pelas quais tantas pessoas negam a existência do holocausto (e não estou a comparar isso com ABA, calma) é que já não há muitas pessoas vivas que o viveram. As suas experiências estão gravadas e disponíveis, mas com as pessoas que realmente passaram por isso a desaparecer, o seu trauma é silenciado com mais facilidade. O que quero dizer com isso é silenciar experiências e história, apenas nos leva a esquecer a história e nos permite repeti-la. E na comunidade autista isso acontece sempre que tentamos trazer a consciência para o passado, seja sobre terapias, teorias, pesquisas ou o que quer que seja que tenha prejudicado a vida das pessoas autistas.

Activismo não é compartilhar postagens inspiradoras sobre como superar a deficiência. O activismo é deixar as pessoas desconfortáveis confrontando o trauma do passado e as nossas experiencias para garantir que não se repita e que evoluamos para um caminho mais compreensivo e inclusivo na nossa sociedade.

Também recebi muitas mensagens de apoio, inclusive de terapeutas. A verdade é que bons terapeutas apoiam em mostrar os maus, porque não se sentem ameaçados. Esconder as más práticas não é útil para os terapeutas ou para as pessoas autistas. Existem especialistas incríveis e inclusivos que realmente querem ajudar as pessoas com autismo e suas famílias, e que não têm medo da história. Na verdade, eles a estudam para garantir que fazem melhor.

Finalmente, gostaria de acrescentar que não preciso expor nada da minha vida particular, a menos que sinta que preciso. Faço isso para ajudar as pessoas, não para dar mais validade ao meu argumento. Porque nós, autistas, não precisamos ter uma história triste para adicionar validade ao nosso argumento sobre a história e para compartilhar as experiências da comunidade.

Obrigado a todos que me apoiaram e em breve continuarei com as próximas partes da edição da ABA. Assim que tiver energia para mais comentários como os que recebi.

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Autism Equality

Happy New Year – Goodbye 2020

The year is ending and it feels like decades since it started. So much happened to all of us, that a review on the year almost seems a bit sadistic. However, there was a lot that we learned this year.

In the beginning of 2020 I found out I am autistic. Yes, it seems a lifetime ago, but it was not that long ago. The shock of being denied for so long to know and accept who I am lead me to write about the journey I took of self-acceptance and self-love. On the way I met incredible people, non-profits and organizations that are fighting everyday for a more just and equal world. Not only for autistic people, but for queer, black, indigenous, disabled, non-binary people, which inspired me to fight with them.

I got such heartfelt messages and support from autistic people, parents, friends. You made me feel I was in the right place, and fighting something worth fighting. That’s how I started Portuguese Association of Autistic Voices, to gather every voice, verbal or non-verbal in Portugal, experiences and needs to fight for a more just and equal world.

I am still working on it, since it takes a long time to implement and start a non-profit, but the official signing of it in the end of this year, just made 2020 a very special year for me.

I can’t say it was all good. It was a tough year, of isolation, being away from family, and for many, losing family and friends. But it was also a year of kindness to others, a year to stand against racism and inequality, a year to support each other through difficult times. I choose to see 2020 as an year where from pain, love and kindness grew. I do hope 2021 is the year we can continue to be kind, but this time, together.

To everyone that supported me and to all kind and lovely words you sent me this year, you made this journey to self-love easy. 2020 was the year to know, accept and love who I am, as autistic, as a woman, as queer, as human. 2021 will be the year to help others do the same.

Thank you.

Happy New Year!


Feliz Ano Novo – Adeus 2020!

O ano está a terminar e parecem décadas desde que começou. Tanta coisa aconteceu com todos nós, que uma revisão sobre o ano quase parece um pouco sádica. Porém, aprendemos muito este ano.

No início de 2020 descobri que sou autista. Sim, parece que foi outra vida, mas não foi há muito tempo. O choque de me ter sido negada por tanto tempo o saber e aceitar quem eu sou, levou-me a escrever sobre a jornada que fiz de auto-aceitação e amor-próprio. No caminho conheci pessoas incríveis, organizações e associações que lutam todos os dias por um mundo mais justo e igualitário. Não só para pessoas autistas, mas para pessoas queer, negras, indígenas, deficientes, não binárias, o que me inspirou a lutar com elas.

Recebi mensagens sinceras de apoio de autistas, pais, amigos que me fizeram sentir que estava no lugar certo e a lutar por algo que vale a pena lutar. Foi assim que criei a Associação Portuguesa Voz do Autista, para reunir todas as vozes, verbais ou não verbais em Portugal, experiências e necessidades de luta por um mundo mais justo e inclusivo.

Ainda estou a trabalhar nisso, já que leva muito tempo para implantar e abrir uma organização sem fins lucrativos, mas a assinatura oficial dela no final deste ano, acabou por fazer de 2020 um ano muito especial para mim.

Não posso dizer que correu tudo bem. Foi um ano difícil, de isolamento, de estar longe da família e, para muitos, de perder família e amigos. Mas também foi um ano de gentileza para com os outros, um ano para lutar contra o racismo e a desigualdade, um ano para apoiar uns aos outros em tempos difíceis. Eu escolho ver 2020 como um ano onde de dor, o amor e a bondade cresceram. Espero que 2021 seja o ano em que possamos continuar a ser gentis, mas desta vez, juntos.

A todos que me apoiaram e a todas as palavras gentis e amáveis ​​que me enviaram este ano, vocês facilitaram esta jornada para o amor próprio. 2020 foi o ano de conhecer, aceitar e amar quem eu sou, como autista, como mulher, como queer, como humana. 2021 será o ano para ajudar outros a fazer o mesmo.

Obrigado.

Feliz Ano Novo!

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Autism Equality

Shops owned by people with disabilities or chronic illnesses

Christmas is coming and COVID made a lot of people, especially people with disability to lose their jobs or to struggle due to the risk for their own health. I decided then to only shop from small business made by people with disabilities. People with disabilities, and specially autistic people, that are also added to the list, gave me so much this year, that the minimum thing I can do is give it back.

I made a biiig list of incredible and beautiful business with everything that you might wish to give during christmas.

Since this list was made also to share into UK, it is divided into UK/outside UK, but most business ship worldwide. Check it below.



Lojas pertencentes a pessoas com deficiência

O Natal está a chegar e a COVID fez com que muitas pessoas, especialmente as pessoas com deficiência, perdessem os seus empregos ou tivessem dificuldades devido ao risco para sua própria saúde. Decidi então comprar apenas em pequenas empresas feitas por pessoas com deficiência. As pessoas com deficiência, principalmente os autistas, que também estão na lista, deram-me tanto este ano que o mínimo que posso fazer é retribuir.

Fiz uma lista enoooorme de negócios incríveis e bonitos com tudo que pode querer oferecer durante o natal.

Como esta lista foi feita também para ser compartilhada no Reino Unido, ela é dividida em Reino Unido/fora do Reino Unido, mas a maioria dos envios para o mundo inteiro. Em Portugal gostava de sublinhar o Atypical Handcraft por uma autista portuguesa, e os livros de Joao Carlos da Costa, um autista não-verbal.

Outside UK

Atypical Handcraft (Portugal)Jewellery made with crystals and accessorieswww.instagram.com/atypical.handcraft
Joao Carlos da Costa (Portugal)Book written by a non-verbal autistic personhttps://www.wook.pt/autor/joao-carlos-da-costa/3167928
Byindeko (Australia)Clothes, accessories, JewelryByindeko.com
Fused with Love Co USClothes and accessorieshttps://www.etsy.com/uk/shop/FusedWithLoveCo
Laura Babiuk USClothes, accessories, art, miscellaneoushttps://laurababiuk.com/
Purl knitting (Canada)Scarves andhttps://www.etsy.com/shop/purlknitting/
Qc ceramics USCeramicshttps://www.instagram.com/qcceramics/
Soft and Fierce (Germany)Stickers and badgeshttps://www.etsy.com/shop/SoftandFierce
Spoonie Sister Shop USClotheshttps://www.etsy.com/shop/spooniesistershop/
Strength In Stitches USJewelleryhttps://www.etsy.com/shop/StrengthInStitches
SunshineWitchery USJewelleryhttps://www.etsy.com/shop/SunshineWitchery
The good bunny club USClotheshttps://thegoodbunnyclub.com/collections/shop-all
The Lockwood (Canada)Wood disability toyshttps://thelockwood.ca/ 

UK

A Budding Green WitchTarothttps://www.etsy.com/uk/shop/ABuddingGreenWitch
Abigail’s Bead CompanyGemstones and silver jewellerywww.abigailsbeadcompany.com
AbiStevensIllustration, Enamel Pins, jewellery, and Stickershttps://www.etsy.com/shop/abistevens/
AdaptedJamesDisability Aidshttps://www.etsy.com/shop/adaptedjames
Alex Flower ArtPrints, postcards, and arthttps://www.instagram.com/alexflowerart
Alex SicklingCeramicshttps://www.etsy.com/uk/shop/alexsickling/
All Things Nice CraftsJewelleryhttps://www.etsy.com/uk/shop/AllthingsniceCrafts
Ananya PaintsPaintings and artworkhttps://www.etsy.com/shop/ananyapaints/
Anchors Aweigh VintageMiscellaneoushttps://www.instagram.com/anchorsaweighvintage
Annie’s Canna MagicBath bombs and saltshttps://www.instagram.com/anniescannamagic/
Art by TansiePrints and arthttps://www.instagram.com/artbytansie
AureliolaukJewellerywww.aureliolauk.etsy.com
Bear Hugs GiftsGift boxeshttps://bearhugsgifts.com/
BethEastonArtArthttps://teespring.com/stores/betheastonart
Caitie Met SodaJewelleryhttps://caitiemetsoda.com/
CakeHead LondonCakeswww.cakeheadlondon.com
Christine CrochetCrochet giftshttps://www.numonday.com/shop/christinecrochet394/
Chronic CreationsJewelleryhttps://www.etsy.com/uk/shop/ChronicCreationsGB
Chronically DivinePinshttps://www.etsy.com/uk/shop/ChronicallyDivine
Clay by the SeaJewelleryhttps://www.etsy.com/shop/claybytheseastudio/
Confetti WeavesWeaveswww.buttonedbears.com
Conscious craftiesCraft marketplace for people with disabilitieswww.consciouscrafties.com
Colourblind Zebra USClothes, stickers, badges, and postcardshttps://colourblindzebra.com/
Craft The RevolutionEmbroideryhttps://www.etsy.com/uk/shop/CraftTheRevolution
CrohnieClothingStoreStickershttps://www.etsy.com/ca/shop/CrohnieClothingStore
CultCreations TeesPop-culture clothes and giftshttps://www.facebook.com/CultCreationsTees/
Dandy doodlezArt and portraitswww.dandydoodlez.com
Dellies designsGifts and accessorieshttps://www.etsy.com/uk/shop/Delliesdesigns
Dina HassNutritionist for people with disabilitieswww.vitamindina.com
Disabled MakersMiscellaneoushttps://www.instagram.com/disabledmakers
Doodle PeopleSocial justice accessories https://www.etsy.com/uk/shop/doodlepeople
Elles BakeryCakeshttps://www.ellesbakery.com/
EvabooChildren’s clotheshttps://www.instagram.com/evabooclothing/
FairycakesClothing, accessories, and homewarehttps://www.etsy.com/shop/fairycakes
Farmstead shepherdSheep cheesewww.farmsteadshepherd.com
Freaky Puffalump RebornsHorror dollshttps://www.facebook.com/Freaky-Puffalump-Reborns-705973632862950/
Gender gemsGender affirming apparelhttps://www.etsy.com/shop/gendergems/
GlenouthercraftsWood craftshttps://www.facebook.com/glenouthercrafts/
GlitteratiResin homewarehttps://www.facebook.com/Glitterati-by-Sophia-101126561779381/
GrobblenotsPop-culture craftshttps://grobblenots.bigcartel.com/products
GroundandGrowHandmade toyshttps://www.etsy.com/uk/shop/GroundandGrow
HowlitesMiscellaneoushttps://www.redbubble.com/people/Howlites/shop
HyprnrmlJewellery and clotheshttps://www.etsy.com/shop/hyprnrml
In a Box DesignClothes, postcards and miscellaneous https://innabox.co.uk/
In Twos and ThreesEmbroideryhttps://www.etsy.com/shop/intwosandthrees/
Jem stitchesEmbroidery and accessorieshttps://www.etsy.com/shop/jemstitches/
Jesse Irwin artJewellery, pins and miscellaneoushttps://jesseirwinart.com/
Kelzo JewelleryJewelleryhttps://kelzojewellery.com/
KerritcosFace Maskshttps://www.etsy.com/uk/shop/kerritcos
KillrbangzJewellerywww.killrbangz.com
Kindness Handmade ShopMacrame giftshttps://www.etsy.com/shop/kindnesshandmadeshop
KittyStrandDesignsArthttps://www.etsy.com/uk/shop/KittyStrandDesigns
Laura Charley DesignClothes and accessorieshttps://www.etsy.com/shop/lauracharleydesign/
Lemon CraftsEnvelopeshttps://www.etsy.com/uk/shop/LemonCrafts1
Little pensil digitalStationaryhttps://www.etsy.com/uk/shop/Littlepencildigital
Made by JinksDog related productshttps://www.madebyjinks.co.uk/
Made by PenguinsYarnhttps://www.instagram.com/made_by_penguins
Made by PenguinsYarnhttps://www.madebypenguins.co.uk/
Mayhem CollectionsPop-culture collectibleshttps://www.facebook.com/themayhemcollection/
Meg Scarbie ArtEmbroidery and accessorieshttps://www.etsy.com/uk/shop/megscarbieart/
Mermade handmade treasuresDisney inspired craftshttps://www.instagram.com/mermade.handmade.treasures/
Mily Rose MakesJewelleryhttps://www.etsy.com/uk/shop/millyrosemakes
Miss Salt Bae ShopClotheshttps://misssaltbae.teemill.com/
MoonlitjwlryJewelleryhttps://www.etsy.com/dk-en/shop/Moonlitjwlry
My recovery doodlesBadges and miscellaneoushttps://myrecoverydoodles.bigcartel.com/
NiniprytulaWooden kitchen toolswww.niniprytula.com
Not Your Grandmas UKClothes and accessorieshttps://notyourgrandmas.co.uk/
Old Maiden AuntYarnwww.oldmaidenaunt.com
Pacing pixieClotheshttps://teespring.com/stores/pacingpixie
Paper StoryArt Supplieshttps://paperstory.co.uk/
Pixie CraftHandmade embroideryhttps://www.etsy.com/uk/shop/pixiecrafthandmade
Plus10KapowGaming stickers and jewelleryhttps://www.etsy.com/uk/shop/Plus10Kapow
Positively AliveMiscellaneoushttps://www.etsy.com/uk/shop/PositivelyAlive
Pretty Sick ArtClothes, homeware and accessorieshttps://www.redbubble.com/people/prettysickart/shop
ProteasePrints UKArtwork and giftshttps://www.etsy.com/uk/shop/ProteasePrints
Punky MamaPrints, stickers, and badgeswww.thefeministmother.etsy.com
Queen CoyoteHerbalist and doulawww.queen-coyote.com
Rana awadallahArt and printshttps://www.ranaawadallah.com/
RangiChangiShopJewelleryhttps://www.etsy.com/shop/RangiChangiShop
Rebecca H JewelleryJewelleryhttps://www.etsy.com/uk/shop/RebeccaHJewellery
Rhl CreationBags, postcards and accessorieshttps://www.etsy.com/shop/rlhcreation/
Rosie Cakes boutiqueResine art, acessorieshttps://www.etsy.com/uk/shop/RosiecakesBoutique
Sarah Cate CreationsJewellery and arthttps://sarahcatecreations.storenvy.com/
Sarah SteeleSilversmith and jewellryhttps://thebritishcrafthouse.co.uk/shop/sarah-steele-silversmith-and-jeweller
Sew CharmingHand crafted giftshttps://www.etsy.com/uk/shop/SewCharmingbyDawn
Sew Sew CraftyArt and Handmade Craftshttps://www.facebook.com/SewSewCrafty1/
Shimmer and SewAccessorieshttps://www.etsy.com/uk/shop/ShimmerAndSew
Silver SmithyJewelleryhttps://www.etsy.com/uk/shop/EmmaSmithJewellery
SkullbagJewelleryhttps://www.etsy.com/shop/skullbag/
Sophie HinesSensory-friendly underwearhttps://sophiehines.com/pages/hello
Spoonie boxUplifting surprise boxes for people with disabilitieswww.spoonie-box.com
Spoonie Survival kitsSelf-care kits for chronically-illhttps://www.etsy.com/uk/shop/spooniesurvivalkits
StimologyFidgets and sensory toyswww.stimology.co.uk
Stitches and pixelsHandmade Embroideringhttps://www.etsy.com/uk/shop/Stitchesandpixels
Submarine StudiosArthttps://www.etsy.com/uk/shop/SubmarineStudios
Sugered Tea DesignsJewelleryhttps://www.etsy.com/shop/SugaredTea
Sunsine Soul and MindHypnotherapy and Medicationhttps://www.instagram.com/sunshinesoulandmind
T2KreationsCraftshttps://www.facebook.com/T2Kreations/
TeawithhbBadges and stickershttps://www.instagram.com/teawithhb
Tender fleshPlant potshttps://www.etsy.com/uk/shop/TenderFlesh
The Beauty VaultCosmetics and self-carehttps://thebeautyvault.co.uk/
The Chronic IconicClothes and Badgeshttps://www.etsy.com/uk/shop/TheChronicIconic
The Dizzie Blonde StudioArthttps://www.etsy.com/shop/thedizzyblondestudio/
The Kerratorium Handmade craftshttps://www.etsy.com/uk/shop/Kerratorium
The LockwoodWood disability toyshttps://thelockwood.ca/
The Reluctant SpoonieCrochet toyshttps://www.etsy.com/uk/shop/TheReluctantSpoonie
The Virtual Christmas market by Women with ADHDMiscellaneoushttps://www.facebook.com/groups/thevirtualchristmasmarket/
The wonkyartistMaps and artwww.thewonkyartist.com
TheVintageBookwormUKVintage books and craftshttps://www.etsy.com/shop/thevintagebookwormuk/
This thing they call recoveryGraphic design, clothes, and printshttps://thisthingtheycallrecovery.teemill.com/
Thomp 2 SocksSockshttps://thomp2.com/
Threador Dead ClubEmbroidery arthttps://www.etsy.com/uk/shop/ThreadorDeadClub
Tiding of magpiesJewelleryhttps://smart.bio/tidingofmagpies/
Tiny Treat BoutiqueJewellery and craft kits for kidshttps://www.etsy.com/uk/shop/TinyTreatBoutique
Tutu HullabalooChildren’s clotheshttps://www.tutuhullabaloo.com/
VE CosmeticsCosmeticshttps://www.ve-cosmetics.com/
Velvet Galaxy BathBath bombshttps://www.facebook.com/VelvetGalaxyBathnWax/
Velvet VolcanoClothes and accessorieswww.velvetvolcano.co.uk
Wear a RainbowJewellery and accessorieshttps://weararainbow.bigcartel.com/
Yarn and BlarneyYarn patternshttps://payhip.com/YarnandBlarney

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Equality

Taxing the richest 1%

Also, these sectors are mainly populated by women, decreasing the gender pay gap, increasing opportunities for women in the work market, and lowering child poverty and food insecurity.


Se o 1% mais rico pagar mais 0.5% de imposto da sua riqueza nos próximos 10 anos, podia criar investimento para 117 milhões de empregos em cuidados de idosos e de crianças, educação e saúde.

Para além disso, estes sectores são maioritariamente ocupados por mulheres, diminuindo disparidades salariais entre homens e mulheres, aumentando o número de mulheres no mercado de trabalho, e baixando a pobreza de crianças e insegurança alimentar.

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Equality

Wealth Inequality

Data from Oxfam Report 2020 – Time to Care

Inequality is on the rise.

According to a study of the “American Dream“, 92% of the people born in the 1940s had higher earnings at age 30 than their parents had with the same age, while only half of the people born in the 1980s earn the same or more.

Since the economic crisis in 2008, and the current crisis started by the pandemic, millionaires are getting richer, while the lower and middle class are losing their jobs, homes and savings.

We need a sustainable, more equal future.


Os 22 homens mais ricos do Mundo têm mais riquexa que todas as mulheres em África. Dados de Relatório Oxfam 2020 – Time to Care.

A Desigualdade está a aumentar.

De acordo com um estudo sobre “Sonho Americano“, 92% das pessoas nascidas na década de 1940 tiveram salários (ou ganhos) maiores aos 30 anos do que seus pais com a mesma idade, enquanto apenas metade das pessoas nascidas na década de 1980 ganha o mesmo ou mais.

Desde a crise económica de 2008 e a actual crise iniciada pela pandemia, os milionários estão a ficar mais ricos, enquanto a classe média e baixa estão a perder os seus empregos, casas e economias.

Precisamos de um futuro sustentável e mais igualitário.

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Conversations Equality

Fight for equality

A imagem pode conter: texto
From the book Five Rules for Rebellion by Sophie Walker.

Progress is a painful climb. There is always pushbacks. Stay strong. Stay true to yourself. If you are fighting for equality, you are in the right side of History. 


Luta pela Igualdade – Texto em Português

Do livro Cinco Regras para a Rebelião, de Sophie Walker.

O Progresso é uma escalada dolorosa. Há sempre obstáculos. Mantém-te forte. Mantém-te fiel a ti mesmo. Se lutas pela igualdade, estás do lado certo da História.

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Conversations Equality

Brazil inequality and a pandemic

Open graves in Cemitério Parque de Manaus 21/04/2020 – Sandro Pereira/Fotoarena/Agência O Globo

“So what? I am sorry. What do you want me to do?” That was what President Bolsonaro said, when reporters asked for a comment on how Brazil’s deaths passed China’s. Along with attempts to strip indigenous tribes of their lands, burn Amazonia to give space to the meat industry, support torture and dictatorship, attack women and queer people on national television, Bolsonaro is now advancing a genocide of the poor. He continuously denied the virus and pushed for the Economy to continue. “A little flu” he said.

Why is that important?

While some of the leaders of the developed countries made incompetent decisions that cost dearly to their citizens, there is now a consensus on how important is it to shield people from a pandemic. In Brazil, however, the President continues to deny it. We might not know about the impact on the Brazilian population until this is over, but I decided to bring you a conversation on the impact that we know.

The number of people that fall below the poverty line (receiving less thn 1.90$ a day) has been growing since 2014, with an increase of 2 million people from 2016 to 2017. There are currently 11,4 million people living in favelas. There are several areas with sanitation issues at the moment, and some didn’t had water to wash their hands. In the North, 79,3% of brazilian people lives without sewage, which drops to 39,5% nationally. The favelas are communities, and is not uncommon to have the full family leaving under the same roof.

Which is partcularly dangerous because some of the people just can’t afford to stay home. Sometimes with a full family to support, staying at home is impossible if in a normal day you already have difficulty in paying bills.

79,9% of the brazilians, according to IBGE (Brazilian Institute of Geography and Statistics), has Internet at home. The refusal of the government to cancel the national exams for University led to a lot of students, to have to leave their house to try to download didactic contents. Even when they have access, normally is with a smartphone. The lack of resources will bring more inequality to who gets to enter University. Black and indigenous communities are the most affected by inequality, making this the perfect tool for segregation.

The first death in Rio de Janeiro was a cleaner for a rich household who had visited Italy and was waiting for the test’s result. There was no attempt of protecting their employee. Although the city governors tried to lockdown their cities and attempt to slow down propagation, the resistance of the government in dealing with the virus, and their insistence in opening the country, lead to one of the worst propagation in the world.

In Rio de Janeiro, the richer areas, like Copacabana and Ipanema, were the first that registered the virus, but is now much more present in poor areas around the city. According with the New York Times and Reuters, in Leblon, one of the richest areas in Rio de Janeiro, the death rate of confirmed infections is 2,4%, but Brasilândia, a poor neighborhood from Sao Paulo, is a staggering 52%.

The pandemic has now invaded the indigenous communities. After the fires, Bolsonaro announced last month that a vast Amazon reserve could be opened for mining, exposing a lot of isolated communities to the pandemic. The first indigenous death by COVID-19 was a teenager that was exposed to ilegal gold miners. Some communities are more than 850 kms from the nearest hospital in Manaus, Amazonas State, and even if they can reach it, Manaus is now drowning with cases, being one of the most affected in the country, and burying people in common graves. According to the official data, 532 people died by COVID-19, but 2,435 people were buried in April, compared with 871 burials during the same month a year ago.

A law was passed to speed up cremation or burial without a death certficate in case there is no family to identify the death, which hints on how the Government actually knows the impact of the pandemic. The emergency fund payments are only available after sign-up, which means public transport and hours in line waiting.

Many deaths are being classified as Respiratory syndrome or pneumonia, leaving the true level of slaughter a guess. If you go to the website https://transparencia.registrocivil.org.br/, you can see that the death by respiratory failure are since 1 February to 12 May, 45298 deads, while in the same period last year was 38,726, which was an almost 16% increase since last year. Pneumonia had an increase of around 5000 death. But the confirmed COVID-19 deaths are at the moment 11.300.

Worldwide, we see governments leveling economy over people. Now, with economy crashing and a new crisis on the horizon, rich keep getting richer, while at home, while their workers sacrifice themselves to not starve.

There are a lot of countries struggling with the pandemic, and only History will tell what was the best policies to implement. However, it is different to be incompetent, from simply to not caring. Bolsonaro constantly showed that not only he has no idea of how to handle a pandemic, but also he doesn’t really care. The pandemic is supposed to have no creed or status, but Brazil was already a country of extremes, with millionaires and favelados, and death will be unequal too. The silence continues, as does the genocide of a nation.

About the President’s question, “What do yuo want me to do?”: Your job, Mr. President. We want you to do your job.

“E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?” Foi o que o presidente Bolsonaro disse, quando os repórteres pediram um comentário sobre as mortes do Brasil passaram as da China. Juntamente com as tentativas de retirar tribos indígenas de suas terras, queimar a Amazônia para dar espaço à indústria da carne, apoiar tortura e ditadura, atacar mulheres e pessoas homossexuais na televisão nacional, Bolsonaro está agora a promover um genocídio dos pobres. Ele negou continuamente o vírus e pressionou a economia a continuar. “Uma gripezinha”, disse ele.

Por que isso é importante?

Embora alguns dos líderes dos países desenvolvidos terem tomado decisões incompetentes que custam caro para seus cidadãos, existe um consenso sobre a importância de proteger as pessoas de uma pandemia. No Brasil, no entanto, o presidente continua a negar o seu impacto.

O número de pessoas que cai abaixo da linha da pobreza (recebe menos de 1.90$ por dia) tem subido desde 2014, com um aumento de 2 milhões de pessoas de 2016 a 2017. 11,4 milhões de pessoas vivem nas favelas. Existem várias áreas do país com problemas de saneamento e algumas não tinham água para lavar as mãos. No Norte, 79,3% da população brasileira vive sem esgoto, que cai para 39,5% em âmbito nacional. As favelas são comunidades e não é incomum ter toda a família a viver sob o mesmo tecto.

O que é parcialmente perigoso porque algumas pessoas simplesmente não se podem dar ao luxo de ficar em casa. Às vezes, com uma família inteira para sustentar, é impossível ficar em casa se num dia normal já tiver dificuldade em pagar as contas.

79,9% dos brasileiros, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), têm Internet em casa. A recusa do governo em cancelar os exames nacionais da Universidade levou muitos estudantes a sair de casa para tentar baixar conteúdos didácticos. Mesmo quando eles têm acesso, normalmente é com um smartphone. A falta de recursos trará mais desigualdade para quem entra na Universidade. As comunidades negras e indígenas são as mais afectadas pela desigualdade, sendo esta a ferramenta perfeita para segregação.

A primeira morte no Rio de Janeiro foi de uma empregada doméstica que trabalhava para uma família rica que tinha visitado Itália e estava a espera do resultado do teste. Não houve tentativa de proteger a empregada. Embora os governadores das cidades tenham tentado fechar suas cidades e controlar a propagação, a resistência do governo em lidar com o vírus e a insistência em abrir o país, levaram a uma das piores propagações do mundo.

No Rio de Janeiro, as áreas mais ricas, como Copacabana e Ipanema, foram as primeiras a registar o vírus, mas agora está muito mais presentes em áreas pobres da cidade. Segundo o New York Times e a Reuters, no Leblon, uma das áreas mais ricas do Rio de Janeiro, a taxa de mortalidade de infecções confirmadas é de 2,4%, mas Brasilândia, um bairro pobre de São Paulo, é um impressionante 52%.

A pandemia já invadiu as comunidades indígenas. Após os incêndios, Bolsonaro anunciou no mês passado que uma vasta reserva da Amazônia poderia ser aberta para mineração, expondo muitas comunidades isoladas à pandemia. A primeira morte indígena do COVID-19 foi um adolescente exposto a garimpeiros de ouro ilegais. Algumas comunidades ficam a mais de 850 km do hospital mais próximo de Manaus, no Amazonas, e mesmo que possam alcançá-lo, Manaus está afogado em casos, sendo uma das zonas mais afectadas no país e a fazer enterros em covas comuns. Segundo os dados oficiais, 532 pessoas morreram pelo COVID-19, mas 2.435 pessoas foram enterradas em Abril, em comparação com 871 enterros no mesmo mês do ano anterior.

Embora algumas informações que já estão a ser divulgadas sejam preocupantes, parece que a sub-notificação pode estar a esconder números maiores e mais assustadores.

Foi aprovada uma lei para acelerar a cremação ou o enterro sem um atestado de óbito, caso não haja família para identificar o morto, o que sugere como o governo realmente conhece o impacto da pandemia. Os pagamentos do fundo de emergência só estão disponíveis após a inscrição, o que significa transporte público e horas de espera na fila.

Muitas mortes estão sendo classificadas como síndrome respiratório ou pneumonia. Se for ao site https://transparencia.registrocivil.org.br/, poderá ver que a morte por Síndrome respiratória desde 1 de fevereiro a 12 de maio, teve 45.298 mortos, enquanto que no mesmo período do ano passado foi de 38.726, o que representa um aumento de quase 16% desde o ano passado. Pneumonia teve um aumento de cerca de 5000 mortes. As mortes confirmadas pelo COVID-19 são actualmente 11.300, mas com a sub-notificação é impossível saber.

Em todo o mundo, vimos governos a colocar a economia sobre as pessoas. Agora, com a economia em colapso e uma nova crise no horizonte, os ricos ficam mais ricos, em casa, enquanto seus trabalhadores se sacrificam para não morrer de fome.

Muitos países estão a lutar contra a pandemia, e apenas a Historia dirá quais foram as melhores políticas a serem implementadas. Mas, é diferente ser incompetente, de simplesmente não se importar. Bolsonaro mostrou constantemente que ele não só não tem ideia de como lidar com uma pandemia, mas também não se importa. Supostamente a pandemia não tem credo nem estatuto, mas o Brasil já era um país de extremos, com milionários e favelados, e a morte será desigual também. O silêncio continua, assim como o genocídio de um povo.

Sobre a pergunta do Presidente: “O que você quer que eu faça?”: Seu trabalho, Sr. Presidente. Queremos que você faça seu trabalho.