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Double empathy problem

Double empathy theory: The Double Empathy Theory suggests that when people with very different perspectives of the world interact, they will struggle to empathise and communicate with each other.

The Double Empathy problem, when applied to Autism, suggests that communication between autistic people is so efficient as neurotypicals, since we have similar ways to communicate, and that communication difficulties arise from incompatibility between the neurotypes, that is, between autistic and non-autistic people. These results challenge the diagnostic criterion that autistic people do not have the skills to interact successfully.

This was confirmed by Crompton et al, 2020 study, where they tested information passed between autistic people, neurotypicals and mixed chains. This study showed equal efficiency when the neurotype was the same, and decreased communication ability when it was mixed.

Communication between same neurotype is efficient
Communication between same neurotype is NOT efficient

So it is not necessarily that Autistic people have an impairment in communication, but they do WHEN they are communicating with someone not autistic, and it is as correctly to say that a neurotypical have an impairment in communication, IF they are talking with an autistic person. Maybe if we don’t see it as an impairment, non-autistic people also make an effort to communicate, and accomodate our way to do it.


O Problema da Dupla Empatia

Teoria da dupla empatia : a teoria da dupla empatia sugere que, quando pessoas com perspectivas muito diferentes do mundo interagem, elas tem difculdade em ter empatia e se comunicar um com o outro.

O Problema da Dupla Empatia, quando aplicado ao autismo, sugere que a comunicação entre autistas é tão eficiente quanto entre neurotípicos, uma vez que temos formas semelhantes de nos comunicarmos, e que as dificuldades de comunicação surgem da incompatibilidade entre os neurótipos, ou seja, entre pessoas autistas e não autistas. Esses resultados desafiam o critério diagnóstico de que autistas não têm as habilidades para interagir com sucesso.

Isso foi confirmado pelo Crompton et al, 2020, onde testaram as informações passadas entre autistas, entre neurotípicos e cadeias mistas. Este estudo mostrou eficiência igual quando o neurótipo era o mesmo e capacidade de comunicação diminuída quando era misturado.

Comunicacão entre o mesmo neurotipo – Eficiente
Comunicacão entre o mesmo neurotipo – Não Eficiente

Portanto, não é necessariamente que os autistas tenham uma incapacidade na comunicação, mas eles a têm QUANDO estão a comunicar com alguém que não é autista, e é tão correto dizer que um neurotípico tem uma incapacidade na comunicação, SE eles estão a falar com um autista. Talvez, se não virmos isto como uma deficiência, pessoas não autistas também façam um esforço para se comunicar e acomodar a nossa maneira de o fazer.

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Autism

Grunya Efimovna Sukhareva – the first person to recognize autism traits (1926)

Grunya Efimovna Sukhareva – the first person to recognize autism traits (1926)

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Grunya Efimovna Sukhareva died 40 years ago on this day, April 26th

In 1926, 20 years before Aspergers and Kanner, the child psychiatrist Grunya Efimovna Sukhareva, from Kiev, published a detailed description of autistic traits in a number of children.

She published in Russian and German, so it is possible Aspergers read her work, although since she was Jewish, might chose not to cite her. However, this is speculation.

She not only found it earlier, but also found it better. Her description of Autism is very similar to our current DSM-5 description.

“For example, what the DSM-5 describes as social deficits, Sukhareva wrote about as a “flattened affective life,” “lack of facial expressiveness and expressive movements” and “keeping apart from their peers.” What the diagnostic manual portrays as stereotyped or repetitive behaviors, restricted interests and sensory sensitivities, Sukhareva explained as “talking in stereotypic ways,” with “strong interests pursued exclusively” and sensitivities to specific noises or smells.”

“Sukhareva postulated that the cerebellum, basal ganglia and frontal lobes were the anatomical substrate of the schizoid psychopathy in childhood. Recent neuroimaging studies of autism spectrum disorder have shown that these areas are indeed implicated in the condition”

She also observed how atypical behaviours ran in families, and separated autism from childhood schizophrenia 30 years before the rest. She constantly mentioned the children’s skills and took pride in teaching them.

“The children in Sukhareva’s case series were admitted to a therapeutic school, and received both social and motor skills training during woodwork, painting and gymnastics classes. This specific training facilitated their progression into an ordinary school and is illustrating how modern Sukhareva was in her ideas of how these children should be helped.”

Dr. Sukhareva was a Jewish woman from the Soviet Union, who spent her life studying autistic children and trying to give them better education and support, and should be recognized for this.

She was not alone though. Jewish doctors, Georg Frankl and Anni Weiss, from Vienna, also described autistic behavior, 10 years before Aspergers and Kanner, and worked with both of them.

History is a lot of times whitewashed, and we need to make sure to finally research into minorities who were deleted from medical research and give them proper recognition for their work.

Sukhareva work might’ve pushed autistic research 100 years ahead, if it was properly shared and valued. 40 years after her death, this is an homage to someone that saw us and respected us.

References

https://www.tandfonline.com/doi/full/10.3109/08039488.2015.1005022

https://www.spectrumnews.org/features/deep-dive/history-forgot-woman-defined-autism/


Grunya Efimovna Sukhareva – a primeira pessoa a reconhecer traços de autismo (1926)

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Grunya Efimovna Sukhareva morreu há 40 anos neste dia, 26 de abril

Em 1926, 20 anos antes de Aspergers e Kanner, a psiquiatra infantil Dr. Grunya Efimovna Sukhareva, de Kiev, publicou uma descrição detalhada dos traços autistas em crianças.

Ela publicou em russo e alemão, então é possível que Aspergers tenha lido o seu trabalho, embora, como ela era da comunidade judaica, pudesse optar por não citá-la, devido ao Nazismo na Alemanha. No entanto, isso é especulação.

Ela não apenas o encontrou antes, mas também descobriu melhor. A sua descrição do autismo é muito semelhante à nossa descrição atual do DSM-5.

“Por exemplo, o que o DSM-5 descreve como déficits sociais, Sukhareva escreveu sobre como uma “vida afetiva achatada”,”falta de expressividade facial e movimentos expressivos” e “manterem-se afastado dos seus colegas”. O que o manual de diagnóstico descreve como estereotipias ou comportamentos repetitivos, interesses restritos e sensibilidades sensoriais, Sukhareva explicou como “falam de maneiras estereotipadas”, com “interesses fortes perseguidos exclusivamente” e sensibilidades a ruídos ou cheiros específicos. “

“Sukhareva postulou que o cerebelo, os gânglios basais e os lobos frontais eram o substrato anatômico da psicopatia esquizóide na infância. Estudos recentes de neuroimagem do transtorno do espectro do autismo mostraram que essas áreas estão realmente implicadas na condição”.

Ela também observou como os comportamentos atípicos ocorriam nas famílias e separou o autismo da esquizofrenia infantil 30 anos antes do resto. Ela sempre mencionava as habilidades das crianças e se orgulhava em as ensinar.

“As crianças de Sukhareva foram admitidas numa escola terapêutica e receberam treino de habilidades sociais e motoras durante as aulas de carpintaria, pintura e ginástica. Esse treino específico facilitou a sua progressão para uma escola regular e ilustra como Sukhareva era moderna nas suas ideias de como essas crianças deveriam ser ajudadas. “

Dr. Sukhareva era da comunidade judaica na União Soviética que passou a vida a estudar crianças autistas e a tentar lhes dar uma melhor educação e apoio, e deveria ser reconhecida por isso.

Mas ela não estava sozinha. Os médicos judeus, Georg Frankl e Anni Weiss, de Viena, também descreveram o comportamento autista, 10 anos antes de Aspergers e Kanner, e trabalharam com os dois.

O trabalho de Sukhareva poderia ter empurrado a pesquisa sobre autismo 100 anos à frente, se fosse devidamente compartilhado e valorizado. 40 anos após sua morte, esta é uma homenagem a alguém que nos viu e nos respeitou.

Referencias:

https://www.tandfonline.com/doi/full/10.3109/08039488.2015.1005022https://www.spectrumnews.org/features/deep-dive/history-forgot-woman-defined-autism


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Why Next for Autism and Mark Robber fundraising is problematic

Colour the spectrum – Why Next for Autism and Mark Robber fundraising is problematic

  1. Center for Autism and the developing brain mission

Center for Autism and the Developing Brain, which is run by Next for Autism, mission says is conducting research that “enhances the understanding of the causes, treatment and prevention of autism spectrum disorders”.

Since this came to light, they changed this part, as The Autisticats reported, to “conducting research that enhances the understanding and treatment of autism spectrum disorders”. A PR move, and plausible deniability.

2. Celebrities supporting giving credibility

The celebrities that support them and will show up are considered liberal and engaged with minorities, which gives more legitimecy to their cause than if they had minor celebreties with eugenics or controversial thoughts on disability. Some celebrities already left the project like Rhett and Link, but many are still in it.

3. Mark robber’s video – showing other children

To be honest, there was some parts of the video I enjoyed, for example his explanation of how our sensory perception works (although a trigger warning would’ve been useful). However, although Mark talks about respecting the privacy of his child, he doesn’t seem to offer the same to other children. A mother complained to the fact that he used an image of her daughter without consent. Since then, it was blurred. But, is that enough?

4. Mark robber’s video – problematic views on disability

He also says that his son will “never go to Mars or cure cancer”, well, that’s very high standards even for neurotypicals, but there were several autistic inventores and creators, and that statement might be taken as “we are not capable”.

Also, we are not “Special Needs”.

Elderly people have specific needs, are they special? No.

Children have specific needs, are they special? No

We all have HUMAN needs. Saying they are special implies it is an extra that we might have to do, while every human have needs according to their age, health, geographical location, etc.

5. Next for autism link with ABA and Autism $peaks

We autistic advocates already know the red flags of organizations that are not willing to help us as much as they are to normalize us. Next for Autism barely has NO autistic person in their Executive Board, only as advisor (which mean they can give opinion, but not change anything). They are partnered with A$, which constantly took an approach in research to find cures, instead of support, and their budget rarely goes to autistic people and their families. They also have several ABA therapists in the board, which is less than partial. (You can check my posts on ABA history)

6. Eugenics

Although finding a biological marker to help in diagnosing earlier to give support is something important, this can also be used to develop pregnancy tests.

This will NOT tell you, however, if your child has a disability. This will give a probability.

But a lot of people said that if there were probability of their child to be born autistic, they will abort (as it already happens with Down Syndrome). Although I’m pro-choice, and believe abortion is important for women that do not want children, aborting because of the probability of having an autistic child is THE definition of Eugenics.

7. Deleting #actuallyautistic comments

It seems Mark Rober account is now deleting comments from Autistic people. So willing to raise money for us, but not to listen to us.

I just hope more celebrities drop out and we can start putting autistic people in the center of the decisions, instead of having “saviours” coming to pity us, and to raise money to erase us.

For example, @__ninstagram__ an autistic advocate had several comments deleted from his platform.

It shows they know what we are saying, but chose to delete our voices.

..

The thing that bothers me even more is the fact that we are treated as we do not have any agency or cognitive ability to make our own decisions.

Our gathering information and telling people that we do NOT like this charity, and wished the money go to ASAN or any other self-advocacy group is taken as hostile and with gaslighting.

It’s quite exhausting having to constantly tell people we have opinions and will, and we should be allowed to make our own decisions. They listen, but they think they know better than us, and so they ignore us, and try to prevent who we are. They will probably say we should be grateful.

Please check #AutisticNow charity Twitch Livestream instead, on the same day, with autistic advocates, where all the money goes to ASAN: the Autistic Self Advocacy Network that @beckspectrum announced!

Support them instead!


Por que a arrecadação de fundos ” Colour The Spectrum” de Next for Autism e Mark Robber é problemática

1. Missão do Centro para o autismo e o Cérebro em Desenvolvimento
O Centro para o Autismo e o Cérebro em Desenvolvimento, gerido pela Next for Autism, diz que a missão deles é pesquisas que “aumentam a compreensão das causas, o tratamento e a prevenção dos transtornos do espectro do autismo”. Desde que isso veio à tona, eles mudaram essa parte, conforme relatado pelo The Autisticats, para “conduzir pesquisas que aprimorem a compreensão e o tratamento dos transtornos do espectro do autismo”. Um movimento de relações públicas e negação plausível.

2. Celebridades a dar credibilidade
As celebridades que participam no livestram são consideradas liberais e bastante envolvidas com as minorias, o que dá mais legitimidade à sua causa do que se tivessem celebridades menores que apoiassem eugenia ou com pensamentos polêmicos sobre deficiência. Algumas celebridades já saíram do projeto como Rhett e Link, mas muitas ainda estão nele.

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3. Vídeo do Mark Rober “The Truth about my son” – expor outras crianças
Para ser honesta, houve algumas partes do vídeo que gostei, por exemplo, a sua explicação de como funciona a nossa percepção sensorial (embora um aviso de gatilho teria sido útil). No entanto, embora Mark fale sobre respeitar a privacidade de seu filho, ele não parece oferecer o mesmo às outras crianças. Uma mãe reclamou do fato de ele usar uma imagem de sua filha sem consentimento. Desde então, taparam a cara da criança mas mantem o video. Mas isso é o suficiente?

4. Vídeo do Mark Rober – visualizações problemáticas sobre deficiência
Ele também diz que seu filho “nunca irá a Marte ou curará o cancro”, bem, isso é um padrão muito alto mesmo para neurotípicos, mas houve vários inventores e criadores autistas, e essa afirmação pode ser tomada como “nós não somos capazes”.

Além disso, não temos “Necessidades Especiais”.

Os idosos têm necessidades específicas, são especiais? Não.

As crianças têm necessidades específicas, são especiais? Não

Todos nós temos necessidades HUMANAS. Dizer que eles são especiais implica que é um extra que podemos ter que fazer, enquanto cada ser humano tem necessidades de acordo com sua idade, saúde, localização geográfica, etc.

5. Link de Next for Autismo com ABA e Autism $peaks

Nós, ativistas do autismo, já conhecemos os sinais de alerta de organizações que não estão dispostas a nos ajudar tanto quanto a nos normalizar. O Next for Autism quase NÃO tem nenhuma pessoa autista no seu Conselho Executivo, apenas como conselheiro (o que significa que podem dar opinião, mas não mudar nada). Eles têm parceria com A$, que constantemente adotou uma abordagem em investigacao para encontrar curas, em vez de apoio, e o seu orçamento raramente vai para pessoas autistas e suas famílias. Eles também têm vários terapeutas ABA no conselho, o que é bastante parcial. (pode verificar minhas postagens sobre a história ABA).

6. Eugenia
Embora encontrar um marcador biológico para ajudar no diagnóstico precoce para dar suporte seja algo importante, ele também pode ser usado para desenvolver testes de gravidez. Isso NÃO dirá, no entanto, se seu filho tem alguma deficiência. Isso dará uma probabilidade. Mas muita gente disse que se houvesse probabilidade de seu filho nascer autista, abortariam (como já acontece com a Síndrome de Down).

Embora eu seja pró-escolha e acredite que o aborto é importante para mulheres que não querem filhos, abortar por causa da probabilidade de ter um filho autista é A definição de eugenia.

7. Excluir comentários de autistas
Parece que a conta de Mark Rober agora está a excluir comentários de pessoas autistas. Tão disposto a juntar dinheiro para nós, mas não a nos ouvir. Só espero que mais celebridades desistam e possamos começar a colocar os autistas no centro das decisões, em vez de ter “salvadores” vindo para ter pena de nós e arrecadar dinheiro para nos apagar e prevenir.

Por exemplo, @ninstagram uma ativista do autismo teve vários comentários excluídos de sua plataforma.

Isso mostra que eles sabem o que estamos a dizer, mas optaram por apagar as nossas vozes.

..

O que me incomoda ainda mais é o facto de sermos tratados como se não tivéssemos qualquer agência ou capacidade cognitiva para tomar nossas próprias decisões.

A nossa coleta de informações e dizer às pessoas que NÃO gostamos desta instituição e desejamos que o dinheiro vá para a ASAN ou qualquer outro grupo de auto-activismo é considerado hostil e com gaslighting.

É muito cansativo ter de dizer constantemente às pessoas que temos opiniões e vontades, e que devemos poder tomar nossas próprias decisões. Eles ouvem, mas pensam que sabem mais do que nós e, por isso, nos ignoram e tentam apagar quem somos. Eles provavelmente dirão que devemos ficar gratos.

Por favor, verifique a caridade #AutisticNow Twitch Livestream, no mesmo dia, com autistas activistas, onde todo o dinheiro vai para a ASAN: a Autistic Self Advocacy Network que @beckspectrum anunciou!

Em vez disso, apoie-os!

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Autism

Meltdown – how does it feel (for me)

I very rarely have meltdowns. I normally have Shutdowns. However, yesterday I had one and I would like to share with you how I felt.

First of all, I tend to have meltdowns only for emotional overwhelm. Generally with sensory issues I feel exhausted, have a shutdown and fall asleep wherever I am. Since I have alexithymia, I have a lot of trouble understanding and identifying how I feel. That leads to me not knowing how to and not processing emotions, and get emotionally deregulated. A lot has been going on in my life, and the mix of emotional cues coming at me, it was just too much.

I can’t explain the beginning of a meltdown, mostly because I never actually realize I am starting to get one. I know I felt confused, with brain fog, and a feeling of an “emotional balloon” getting bigger and bigger. This is the best I can describe to you. The more it grows, the more desperate I feel. Eventually it just pops.

I lose the ability to make sense of what I am thinking and just cry my eyes out. It’s a desperate sobbing, not a normal crying. Like everything is pouring out. I start feeling a heaviness on my head and over my eyes. When this happens, it’s like I get into shock.

Once it starts to calm down, the feeling of being sick come. Every time I have a meltdown, it’s like I got the flu after. I felt feverish, feeling cold and trembling, with headaches, and couldn’t sleep properly.

This was yesterday. I barely slept and today I feel like I was run over by a truck (and you can see how my eyes look below).

Swollen eyes and exhaustion from meltdown

I had to take my medication and now I need to recover. I just want to make you aware that meltdowns are NOT tantrums. I am an adult and it’s still deeply tiring and draining, and I will have several days ahead of me of feeling exhaustion. We have physical signs of the impact of it in our body and mind. It is confusing and debilitating. I feel emotionally depleted.

So, be understanding. You wouldn’t blame a person with epilepsy for having a crisis (and sometimes meltdowns are actually epilepsy crisis in some autistic people). We shouldn’t be either. Lose any expectation for that person and help us recover. Give emotional support and don’t make us feel guilty.

Obviously, this is MY account. Every autistic person is different and meltdowns can look like biting, screaming, crying, hitting, etc. It is an outpour of energy, so it depends on the person.


Meltdown – como acontece (para mim)

Raramente tenho meltdowns. Eu normalmente tenho shutdowns. No entanto, ontem eu tive um e gostaria de partilhar com vocês como me senti.

Em primeiro lugar, eu costumo ter meltdowns apenas por sobrecarga emocional. Geralmente, com problemas sensoriais, sinto-me exausta, tenho um shutdown (olhar vago, interno) e adormeço onde quer que esteja. Como tenho alexitimia, tenho muita dificuldade em entender e identificar como me sinto. Isso leva a que eu tenha dificuldades em processar emoções, e a ficar emocionalmente desregulada. Muita coisa aconteceu na minha vida, e a mistura de cargas emocionais, foi demasiado.

Não posso explicar exatamente o início de um meltdown, principalmente porque nunca percebo que estou a começar a ter um. Começo a sentir um peso na cabeça e nos olhos. Eu sei que me senti confusa, com uma névoa do cérebro e uma sensação de um “balão emocional” a ficar cada vez maior. Esta é a melhor forma que posso descrever. Quanto mais cresce, mais desesperada me sinto. Eventualmente, simplesmente estoire.

Eu perco a habilidade de entender o que estou a pensar e choro. É um soluço desesperado, não um choro normal. Como se tudo estivesse a externalizar. Quando isso acontece, é como se eu entrasse em choque. Assim que começa a acalmar, vem a sensação de estar doente. Cada vez que tenho um meltdown, é como se tivesse uma gripe depois. Eu sinto-me febril, com frio e tremores, com dores de cabeça e de corpo, e não consegui dormir direito. Isso foi ontem. Quase não dormi e hoje sinto que fui atropelada por um caminhão (e pode ver como estão meus olhos abaixo).

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Olhos inchados e cansados de meltdown

Tive que tomar os meus medicamentos e agora preciso de recuperar. Só quero alertar de que os meltdowns NÃO são birras. Eu sou adulta e ainda é profundamente cansativo e desgastante, e terei vários dias pela frente a me sentir exausta. Temos sinais físicos do impacto disto no nosso corpo e mente. É confuso e debilitante. Sinto-me esgotada emocionalmente.

Portanto, seja compreensivo. Não culparia uma pessoa com epilepsia por ter uma crise (e às vezes os meltdowns podem ser crises de epilepsia em alguns autistas). Evite colocar expectativas e ajude-nos a recuperar. Dê apoio emocional e não nos faça sentir culpados.

Obviamente, esta é MINHA experiencia. Cada autista é diferente e os meltdowns podem ser com mordidas, gritos, choro, bater, etc. É uma externalizacao de energia, por isso depende da pessoa.

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Autism

The History of MMS – Bleach as a false cure

Industrial Bleach DOES NOT cure Autism. I know.. I feel insane when I have to write this, but apparently is still needed.

Today I received a comment saying vaccines cause autism (again??) and that MMS or chlorine dioxide, can cure the symptoms that are autism (which apparently are parasites and heavy metals in the intestine, which no doctor could find after decades of studies). The supporters of this, say to mix the sodium chlorite and citric acid to form MMS, or “miracle mineral solution”, which originates a strong bleach liquid that is used on textiles.

MMs or bleaching is NOT a treatment for Autism, as the NHS National Health Service in the UK says here.

“The Medicines and Healthcare Regulatory Agency say you should not use GcMAF or MMS. The Food Standards Agency have also warned against using MMS. These authorities continue to investigate people selling these products.” say National Autistic Society. They also advise that MMS are NOT for human consumption.

The US FDA also twitted about how they had numerous reports of people getting sick, and in their public comment on it, they said:

“The product, when used as directed, produces an industrial bleach that can cause serious harm to health. The product instructs consumers to mix the 28 percent sodium chlorite solution with an acid such as citrus juice. This mixture produces chlorine dioxide, a potent bleach used for stripping textiles and industrial water treatment. High oral doses of this bleach, such as those recommended in the labeling, can cause nausea, vomiting, diarrhea, and symptoms of severe dehydration. Some distributors are making false—and dangerous—claims that Miracle Mineral Supplement mixed with citric acid is an antimicrobial, antiviral, and antibacterial liquid that is a remedy for autism, cancer, HIV/AIDS, hepatitis, flu, and other conditions. But the FDA is not aware of any research showing that these products are safe or effective for treating any illness.” says the FDA

Quick advise: Is someone says they have a cure for everything and it’s something you use to clean your toilet, do not do it.

Canada already banned MMS, and the US had prosecuted some of the sellers, but I would say it should be considered child abuse.

Their claims is that since it cleans the water of parasites, it also cleans the body. If you have a basic understanding of how our body works, you will immediatly see a whole list of issues with this.

The people that advocate and sell this type of treatment are pretty interesting to analyse too, so here are some that I could find (and that the guy that advocated for it, recommended me):

Jim Humble: the creator and inventor of this miracle cure (literally, is in the name). Jim says he is a billion-year-old god from the Andromeda galaxy. He also says he can heal through touch and claimed to be Jesus Christ (not even kidding). He is also the Head of Genesis II, the Church of Health and Healing. He is exhiled in Mexico, and if he returns to the US, he will be prosecuted due to deaths and hospitalization from MMS.

He started experimenting with African people, claiming he cured 800 people of HIV, until missionaries tried to stop him. The church doesn’t seem to follow any religion besides taking the “sacrament” (MMS), and being exempt of taking vaccines. Humble also said: “Look at the Catholics. Their priests have been molesting women and children for centuries and the governments have not been able to stop it. If handled properly a church can protect us from vaccinations that we don’t want, from forced insurance, and from many things that a government might want to use to oppress us.” The Police is now attempting to shut down the church, and Jim Humble’s wherabouts are uncertain.

Mark Grenon: He is the Archebishop of the Church of Health and Healing. He was arrested with his son in Columbia for selling MMS. It might surprise you that Mark Grenon wrote to Trump to talk about MMS as a cure for COVID, not long before Trump made the bizarre comment about injecting desinfectant.

You can see this report on MMS and the church here:

Andreas Kalcker: the author of a book called “Forbidden Health: Incurable Was Yesterday”, which was banned from Amazon for falsa claims. He has been investigated by Argentinian police for 2 deaths by MMS he sold, one of a child.

Kerri Rivera: She claims Autism is cause by parasites. She was a real estate agent that started talking about chlorine dioxide and seemed to ran the Autism O2 in Mexico. She also wrote “Healing the Symptoms Known as Autism“, already pulled from Amazon. The FDA sent her a letter warning of false claims. A group online ran by her was exposed on giving very dangerous advises to parents. In one, a parent reported his child had muscle stiffness and had been crying inconsolably. He received the advise to not call 911, since it’s a “die-off” (toxins leaving the body) and to give him coconut water. She has since left the US, and her wherabouts are unknown.

Dr. Fitt: Promoted by Kerri Rivera, he is not a doctor. He lost his license after trying ketamine to cure a 6 year-old, and advised bizarre cures on a terminal cancer patient, like “injecting her blood into the udder of a pregnant cow, then drinking the milk”. He believes the Autism cause is inflammation in the amygdala portion of the brain due to Candida overgrowth. According to a letter FDA sent him: “your websites recommend or suggest the use of BALI Greens, BALI Purples, Black Seed Oil, DHEA Capsules, Lugol’s Solution 2% Drops, Robenyzme Capsules, OMG Max Drops, New Dawn Capsules, and Vitamin C with R-Lipoic Acid to treat, cure, mitigate or prevent Alzheimer’s disease, asthma, cancer, cardiovascular diseases, HIV, hypercholesterolemia, hypertension, MRSA, diabetes, dementia, pneumonia, depression and influenza.”

“Many families of children with ASD [autism spectrum disorder], between 50-75% in some studies, pursue complementary and/or alternative therapies,” Dr. Paul S. Carbone, chairperson of a subcommittee on autism at the American Academy of Pediatrics. 

This is incredibly dangerous, and it tell us autistic people that it is better to experiment with our health, than be who we are.

People selling this as a cure for diarrhea, autism, cancer, herpes, etc, has been found guilty and imprisoned before, but some flee the US, and are still selling it online. There were confirmed 7 people that died in the US and 2 in Argentine, not counting hospital admissions.

Other Resources:

Vice – The Dangerous Faux ‘Miracle Mineral Solution’ Is Back on Facebook

Altogether Autism – Unscientific autism interventions slammed by researcher

Medsafe New Zealand

Huffpost – The Curious Case of Autism and MMS

Forbes – Miracle Mineral Solution: Do Not Drink This, FDA Warns

The Guardian – The man who encourages the sick and dying to drink industrial bleach

Food Standards Agency UK

Rolling Stone

Vox – Fake autism treatments show the lengths parents will go to “cure” their kids

BBC – Autism: ‘They said bleach would cure my daughter’

The New York Times – Drinking Bleach Won’t Cure Autism or Cancer, F.D.A. Says

NBC News


A História do MMS/Dioxido de Cloro

Lixivia industrial NÃO cura o autismo. Eu sei .. sinto-me estranha quando tenho que escrever isso, mas aparentemente ainda é necessário.

Hoje recebi um comentário a dizer que vacinas causam autismo (de novo ??) e que MMS ou dióxido de cloro podem curar os “sintomas que são autismo” (que aparentemente são parasitas e metais pesados ​​no intestino, que nenhum médico conseguiu encontrar após décadas de estudos) . Os defensores disso, dizem que misturar o dióxido de cloro e ácido cítrico para formar o MMS, ou “solução mineral milagrosa”, mas isto dá na verdade origem a uma forte lixivia industrial que é usada em têxteis.


MMs ou dióxido de cloro NÃO são um tratamento para o autismo, como o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido diz aqui.


“A Agência Reguladora de Medicamentos e Cuidados de Saúde diz que não deve usar GcMAF ou MMS. A Food Standards Agency também alertou contra o uso de MMS. Estas autoridades continuam a investigar as pessoas que vendem esses produtos.” diz a National Autistic Society. Também informam que estes produtos NÃO são para consumo humano.


A FDA dos EUA também fez um tweet sobre como eles tiveram vários relatos de pessoas que adoeceram, e fizeram vários alertas públicos, onde disseram: “O produto, quando usado conforme as instruções, produz uma lixivia industrial que pode causar sérios danos à saúde. O produto instrui os consumidores a misturar a solução de clorito de sódio a 28 por cento com um ácido como o sumo de cítricos. Essa mistura produz dióxido de cloro, uma lixivia potente usado para o branqueamento de tecidos e tratamento de água industrial. Altas doses orais desse alvejante, como as recomendadas na rotulagem, pode causar náuseas, vômitos, diarreia e sintomas de desidratação grave. Alguns distribuidores estão a fazer afirmações falsas – e perigosas – de que o suplemento “mineral milagroso” misturado com ácido cítrico é um líquido antimicrobiano, antiviral e antibacteriano que é um remédio para autismo, cancro, HIV/AIDS, hepatite, gripe e outras condições. Mas o FDA não tem conhecimento de nenhuma pesquisa que mostre que esses produtos são seguros ou eficazes para o tratamento de qualquer doença. “

Conselho rápido: Se alguém que diz que tem cura para tudo e é algo que usa para limpar a casa de banho, não o beba.

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FDA tweet

O Canadá já proibiu o MMS e os EUA processaram alguns dos vendedores, mas eu diria que isto deve ser considerado abuso infantil.
Eles afirmam que, uma vez que limpa a água dos parasitas, também limpa o corpo. Se tem uma compreensão básica de como nosso corpo funciona, verá imediatamente uma lista completa de problemas com isso.


As pessoas que defendem e vendem esse tipo de tratamento são muito interessantes de analisar também, então aqui estão algumas que eu pude encontrar (e que o senhor que defendia isso me recomendou):


Jim Humble: o criador e inventor desta cura milagrosa (literalmente, está no nome). Jim diz que ele é um deus com bilhões de anos da galáxia de Andrômeda. Ele também diz que pode curar através do toque e afirmou ser Jesus Cristo (nem estou brincar). Ele também é o chefe de Gênesis II, a Igreja da Saúde e da Cura. Ele esta em paradeiro incerto e, se voltar aos Estados Unidos, será processado por mortes e hospitalização por MMS.
Ele começou a fazer experiências em Africa, alegando que curou 800 pessoas do HIV, até que os missionários tentaram impedi-lo. A igreja parece não seguir nenhuma religião além de tomar o “sacramento” (MMS), e estar isenta de tomar vacinas. Humble também disse: “Olhem para os católicos. Os seus padres têm abusado de mulheres e crianças por séculos e os governos não têm sido capazes de impedir isso. Se tratada adequadamente, uma igreja pode nos proteger de vacinas que não queremos, de seguros, e de muitas coisas que um governo pode querer usar para nos oprimir.


Mark Grenon: Ele é o Arcebispo da Igreja da Saúde e Cura. Ele foi preso com o seu filho na Columbia por vender MMS. Pode ficar surpreso que Mark Grenon escreveu a Trump para falar sobre MMS como uma cura para COVID, não muito antes de Trump fazer o comentário bizarro sobre a injeção de desinfetante.
Pode ver este documentario sobre MMS e a igreja aqui:

Andreas Klacker: autor de um livro chamado “Saúde Proibida: O Incurável Foi Ontem”, que foi banido da Amazon por alegações falsas. Ele esta a ser investigado pela polícia argentina por 2 mortes por MMS que vendeu, uma de uma criança.


Kerri Rivera: Ela afirma que o autismo é causado por parasitas. Ela trabalhava numa imobiliária antes de começar a falar sobre dióxido de cloro e parece ter gerido a clinica Autism O2 no México. Ela também escreveu “Cura dos sintomas conhecidos como autismo”, já retirado da Amazon. A FDA enviou-lhe uma carta alertando sobre alegações falsas. Um grupo online dirigido por ela foi exposto por dar conselhos muito perigosos aos pais. Em um deles, um pai relatou que seu filho tinha rigidez muscular e estava a chorar inconsolavelmente. Ele recebeu o conselho de não ligar para o 911, já que é uma “die-off” (toxinas que saem do corpo) e dar-lhe água de coco. Desde então, ela deixou os Estados Unidos e seu paradeiro é desconhecido.


Dr. Fitt: Promovido por Kerri Rivera, ele não é médico. Ele perdeu sua licença depois de experimentar cetamina para curar uma criança de 6 anos, e aconselhou curas bizarras a uma paciente com cancro terminal, como “injetar sangue no úbere de uma vaca grávida e, em seguida, beber o leite”. Ele acredita que o Autismo é a inflamação na porção da amígdala do cérebro devido ao crescimento excessivo de Candida (não existe qualquer prova cientifica que isto seja verdade). De acordo com uma carta que a FDA lhe enviou: “os seus sites recomendam ou sugerem o uso de BALI Verdes, BALI Roxos, Óleo de Semente Negra, Cápsulas de DHEA, Gotas de Solução de Lugol 2%, Cápsulas de Robenyzme, Gotas OMG Max, Novas Cápsulas de Dawn e Vitamina C com ácido R-lipóico para tratar, curar, mitigar ou prevenir a doença de Alzheimer, asma, cancro, doenças cardiovasculares, HIV, hipercolesterolemia, hipertensão, MRSA, diabetes, demência, pneumonia, depressão e gripe. “

“Muitas famílias de crianças com PEA [perturbacao do espectro do autismo], entre 50-75% em alguns estudos, buscam terapias complementares e/ou alternativas”, Dr. Paul S. Carbone, presidente de um subcomitê de autismo da Academia Americana de Pediatria. Isso é incrivelmente perigoso e diz-nos, autistas, que é melhor fazer experiências com nossa saúde do que ser quem somos.

Pessoas que vendem isso como uma cura para diarreia, autismo, cancro, herpes, etc, foram consideradas culpadas e presas antes, mas algumas fugiram dos Estados Unidos e ainda estão a vender online. Foram confirmadas que 7 pessoas morreram nos EUA e 2 na Argentina, fora hospitalizacoes.

Outros Recursos:

Vice – The Dangerous Faux ‘Miracle Mineral Solution’ Is Back on Facebook

Altogether Autism – Unscientific autism interventions slammed by researcher

Medsafe New Zealand

Huffpost – The Curious Case of Autism and MMS

Forbes – Miracle Mineral Solution: Do Not Drink This, FDA Warns

The Guardian – The man who encourages the sick and dying to drink industrial bleach

Food Standards Agency UK

Rolling Stone

Vox – Fake autism treatments show the lengths parents will go to “cure” their kids

BBC – Autism: ‘They said bleach would cure my daughter’

The New York Times – Drinking Bleach Won’t Cure Autism or Cancer, F.D.A. Says

NBC News

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Autism

“Children that Hans Asperger sent to death” Day

Tw: descriptions of torture and murder

Today is suppose to be Aspergers Syndrome Day, to honor Hans Asperger on his birthday. However, Hans Aspergers have a very difficult history and for me, today is “Children that died due to Hans Aspergers Day”, so let’s talk about this.

Hans Asperger lended his name to the old and not used anymore Aspergers Syndrome, when he identified the “autistic psychopathy” in children. Part of the reason of integration of Aspergers Syndrome into Autism was precisely because of his history.

Asperger championed the habilities of “high functioning” autistic people in society and until recently it was considered a hero for saving this children from the “Aktion T4” plan of Nazi extermination, but documents came out in the last years that shattered that image. Edith Sheffer book “Asperger’s Children: The Origins of Autism in Nazi Vienna,” brought to light the atrocities that Aspergers actually commited against disabled people, where Hans Asperger Asperger participated in Vienna’s child-killing system and euthanasia programs.

“Autistic people have their place in the organism of the social community,” and “(it’s the responsibility of doctors) to speak out for these children with the whole force of our personality.” Hans Asperger

However, his idea of “place in society” would depend on how disabled this children were. In Sheffer’s book she confirmed that Asperger was involved in the transfer of at least 46 children from his clinic to Am Spiegelgrund. Since then, several documents with Asperger’s signature confirmed this. The real total might be higher. Spiegelgrund was a clinic where at least 789 patients died due to the Nazi euthanasia programs. They were also subjected to medical experiments, starvation, exposure to elements, psychological abuse, as well as killed with lethal injection and gas poisoning. The brains of 800 victims were preserved in jars in the hospital.

Survivors Johann Gross, Alois Kaufmann, and Friedrich Zawrel  described how they used electroshock therapy, “cold water cure” (repeatedly submerged into freezing bath water until they were blue and barely conscious and had lost control of their bowels), a “sulfur cure” (an injection that caused severe pain in the legs, limiting mobility and ensuring that escape was impossible), spinal injections of apomorphine; injections of phenobarbital, overdoses of sedatives, and efficacy testing of tuberculosis vaccines (where children were infected with tuberculosis pathogens).

So no, I won’t celebrate the birthday of a men that deemed some of us too disabled to live, and complied with the extermination of disabled children. And I will not describe myself with the name of a Nazi.

Instead, today, pay respect instead to the children that died at his hands.


Dia das Crianças que Hans Asperger enviou para a morte

Alerta gatilho: descricoes de tortura e morte

Hoje é suposto ser o Dia da Síndrome de Asperger, em homenagem a Hans Asperger no seu aniversário. Porém, Hans Aspergers tem uma história muito difícil e para mim, hoje é “Dia das Crianças que morreram devido ao Hans Aspergers”, então vamos conversar sobre isso.

Hans Asperger emprestou seu nome à antiga (ja não é utilizado) Síndrome de Asperger, ao identificar a “psicopatia autista” em crianças. Parte do motivo da integração da Síndrome de Aspergers com o Autismo foi precisamente por causa de sua história.

Asperger defendeu as habilidades de autistas de “alto funcionamento” na sociedade e até recentemente foi considerado um herói por salvar essas crianças do plano “Aktion T4” de extermínio nazista, mas documentos foram publicados nos últimos anos que destruíram essa imagem.

O livro de Edith Sheffer “As Crianças de Asperger: As Origens do Autismo na Viena Nazista”, trouxe à luz as atrocidades que Aspergers realmente cometeu contra pessoas com deficiência. Hans Asperger Asperger participou do sistema de assassinato de crianças de Viena e programas de eutanásia.

“Os autistas têm o seu lugar no organismo da comunidade social” e “(é responsabilidade dos médicos) falar por essas crianças com toda a força de nossa personalidade”. Hans Asperger

No entanto, sua ideia de “lugar na sociedade” dependeria do que Asperger achasse ser um aceitavel nivel de deficiencia. No livro de Sheffer, ela confirmou que Asperger esteve envolvido na transferência de pelo menos 46 crianças de sua clínica para Spiegelgrund. Desde então, vários documentos com a assinatura de Asperger confirmaram isso. O total real pode ser maior. Spiegelgrund era uma clínica onde pelo menos 789 pacientes morreram devido aos programas de eutanásia nazista. Eles também foram submetidos a experimentos médicos, fome, exposição a elementos, abuso psicológico, bem como mortos com injeção letal e envenenamento por gás. Os cérebros de 800 vítimas foram preservados em potes no hospital.

Os sobreviventes Johann Gross, Alois Kaufmann e Friedrich Zawrel descreveram como usaram a terapia de eletrochoque, “cura com água fria” (repetidamente submersos em água de banho congelada até ficarem azuis e quase inconscientes e perderem o controle de seus intestinos), uma “cura de enxofre” (uma injeção que causou fortes dores nas pernas, limitando a mobilidade e garantindo que a fuga fosse impossível), injeções espinhais de apomorfina, injeções de fenobarbital, overdoses de sedativos e teste de eficácia de vacinas contra tuberculose (quando as crianças foram infectadas com patógenos da tuberculose).

Portanto, não, não vou comemorar o aniversário de um homem que considerou alguns de nós com demasiada deficiencia para viver e ajudou activamente no extermínio de crianças com deficiencia. E não me irei descrever com o nome de um nazi.

Em vez disso, usem este dia para homenagear as crianças que morreram nas suas mãos.

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Autism

Actually Autistic people you may know

What does all these people have in common? They are all #ActuallyAutistic

In the picture:

  • Dan Aykroyd – Actor and creator of Ghostbusters
  • Sir Anthony Hopkins – Actor
  • Tim Burton – Filmmaker
  • Hannah Gadsby – Comedian
  • Satoshi Tajiri – Creator of Pokemon
  • David Byrne – Musician
  • Dan Harmon – Creator of Rick and Morty
  • Daryl Hannah – Actress
  • Billy West – Voice actor (Futurama, Ren and Stimpy, Looney Tunes)
  • Andy Kaufman – Comedian
  • Greta Thunberg – Activist
  • Courtney Love – Musician
  • Joe Wells – Comedian
  • Chris Packham – Presenter and naturalist
  • Aurora – Musician
  • Susan Boyle – Singer
  • Travis Meeks – Musician
  • Carl Sagan -Astronomer, author and scientist
  • Dr. Vernon Smith – Nobel Prize Winner in Economics
  • Julian Assange – founder of WikiLeaks
  • Naoki Higashida – Writer
  • Clay Marzo – Surfer
  • Armani Williams – Racecar Driver

Most importantly, our value is not measured by how well we are known.People with disabilities don’t have to be an inspirational story to be valuable!
This is not to be inspirational. Just to show that autistic people do incredible work in all areas and the autistic brain is shaping a lot of our current culture.
Autism is neither a superpower nor a curse.

It’s who we are.


Autistas que talvez conheca

O que estas pessoas todas têm em comum? São todas #Autistas

De acordo com a imagem:

  • Dan Aykroyd – Actor e criador de Ghostbusters
  • Sir Anthony Hopkins – Actor
  • Tim Burton – Realizador
  • Hannah Gadsby – Comediante
  • Satoshi Tajiri – Criador do Pokemon
  • David Byrne – Músico
  • Dan Harmon – Criador do Rick and Morty
  • Daryl Hannah – Actriz
  • Billy West – Voz de Futurama, Ren and Stimpy, Looney Tunes
  • Andy Kaufman – Comediante
  • Greta Thunberg – Activista
  • Courtney Love – Cantora
  • Joe Wells – Comediante
  • Chris Packham – Apresentador e naturalista
  • Aurora – Cantora
  • Susan Boyle – Cantora
  • Travis Meeks – Cantor
  • Carl Sagan – Astronomo, escritor e cientista
  • Dr. Vernon Smith – Prémio Nobel da Economia
  • Julian Assange – Fundador da WikiLeaks
  • Naoki Higashida – Escritor
  • Clay Marzo – Surfista
  • Armani Williams – Piloto de corrida
  • Ah e falta mais um! Eminem – Rapper

Autistas estão em todo o lado. São artistas, cientistas, activistas, escritores, actores e atletas. São pessoas comuns e incomuns.

Mais importante, o nosso valor não é medido pelo quanto somos conhecidos.Pessoas com deficiência não têm que ser história de inspiração para ter valor!

Isto não é para ser inspiracional. Apenas para mostrar que as pessoas autistas realizam um trabalho incrível em todas as áreas e que o cérebro autista está a moldar muito a nossa cultura atual.
O autismo não é um superpoder nem uma maldição.

É quem nós somos.

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Autism

ABA Therapy Part 7 – Efficiency, is ABA the only way?

So, is ABA that efficient that should be use for all autistic children?

Not at all.

Although we can’t deny that ABA seems to be efficient in the moment, there is still a question on what it is efficient for, and for how long. If ABA therapy is badly used, it can be “efficient” only in making the child mask their own autistic traits, and not really understanding why they need to mask themselves, and why those changes are needed. In short, they are not learning anything new besides how to pretend they did.

“Research has concluded that ABA is the only effective or most effective approach for children with ASD, and therefore is the “gold standard” of treatment? Not supported—The most comprehensive review of educational research to date, conducted by the National Research Council (a committee appointed by the National Academy of Sciences, NRC, 2001), concluded that given the current state of research in ASD, there is no evidence that any one approach is better than any other approach for children 0-8 years of age. The report noted, “Studies have reported substantial changes in large numbers of children receiving a variety of intervention approaches, ranging from behavioral to developmental.” (NRC, 2001) in here.

In the UK, ABA is not used that much since it is thought that it is a compliance based therapy, and because there is no proof it works in the long term. In fact, a report order by the government, that recommends intensive ABA therapy, was discredited by an impartial study:

“In the UK in December 2017 an independent rigorous scientific review discredited BCBA-D Dillenburger’s three year, five volume report funded by the Northern Ireland Government that spuriously recommended intensive ABA.  This report thought to have cost almost £1 million was annulled by the Government in 2018.”

Several pieces of research showed problems with some of the underlying and basic methods for teaching, used in ABA, like prompting and repetition:

“Regardless, research has indicated numerous problems with the underlying theory of ABA, specifically unintended consequences such as prompt dependency, amongst other issues (Bryan & Gast, 2000; Mesibov, Shea, & Schopler, 2004). While conditioning and prompting is initially meant to facilitate learning and help accommodate challenges related to autonomous functioning, the usage of prompting often does not fade even when the need for it has. Prompting is used to compensate for challenges related to independent functioning, and was intended as a temporary aid (Hume, Loftin, & Lantz, 2009; Cooper, Heron, & Heward, 2007). However, research has consistently found that individuals respond to the prompts instead of to the cues that are expected to evoke a target behavior, ultimately contributing to learned helplessness and arguably to low self-esteem (MacDuff, Krantz, & McClannahan, 2001; Sternberg & Williams, 2010). This may also explain why intensive conditioning in nonverbal children rarely generalizes to other tasks, assuming the targeted task is even mastered.” in here.

“A new study published in Nature Neuroscience shows that training individuals with ASD to acquire new information by repeating the information actually harms their ability to apply that learned knowledge to other situations. This finding, by an international research team, challenges the popular educational approaches designed for ASD individuals that focus on repetition and drills.” in here.

So, is ABA then the only way?

“Not supported—When this claim is made, the studies that are most frequently cited are those of Dr. Lovaas and colleagues (Lovaas, 1987; McEachin, Smith, & Lovaas, 1993), in which 19 children receiving intensive ABA services were followed, and 9 were considered to have “recovered” (i.e., considered to be
“indistinguishable from peers”) at follow-up. However, there are a number of problems with this claim.

  • First and foremost, these studies have been severely criticized for the claims made given the very small number of subjects, the type and intensity of treatment provided, and the absence of treatment fidelity measures (see, for example, Gresham & MacMillan, 1997, 1998, and Prizant & Rubin, 1999). To date, approximately 20 years following publication of the first Lovaas study, there has been no successful replication of the original results, with a number of failed attempts.
  • The issue of “recovery” from autism, and even the definition of the term recovery (i.e., the state of being indistinguishable from typical peers) remains controversial, and the likelihood of recovery for a significant proportion of children has not been supported in long-term follow-up studies of children who received a variety of interventions. Clearly, many children do go on to make significant progress, doing well academically, developing social relationships, and having a positive “quality of life”, even if they continue to qualify for a diagnosis, and continue to experience some of the challenges associated with ASD. (For more discussion on this complex and controversial topic, see my article, On Recovery, in the summer, 2008 issue of ASQ.)

Even the claim that are a lot of studies proving that ABA works and no studies that other approaches work is not supported:

“There are a considerable number of studies conducted by ABA researchers that demonstrate the effectiveness of specific elements of practice, many of which were initially developed outside of the field of ABA, but were eventually adopted by ABA practitioners. Examples include teaching verbal communicative skills and communicative replacements for problem behaviors; social skills; visual communication systems; visual schedules; play and recreation skills; community living skills; and relaxation and other emotional regulatory strategies. However, there are very few studies that have looked at the effectiveness of comprehensive intervention programs; that is, those that simultaneously address a variety of domains of learning and skill development for a child and family over time. This is true for ABA as well as for other intervention approaches (NRC, 2001). Furthermore, virtually all of the research cited to support the efficacy of ABA—especially research resulting in claims that ABA is the best or only approach that works—is conducted by proponents and practitioners of ABA. Carl Dunst, one of the most respected voices in family-centered and evidence-based research in the field of childhood disabilities, recently stated “it is important to discern which practices are and are not efficacious without a preconceived bias or presumption of effectiveness for one practice over another” (Dunst, 2009). Thus, this basic tenet of objectivity in research is consistently violated in ASD efficacy research, both for ABA as well as for other approaches, as most studies are typically conducted and published by proponents of the specific approach under investigation”

ABA therapy might work for some children, but not for all children, and that is what I am trying to make you understand with this serie. If an ABA practitioner tells you that they will “take your child from the spectrum” or that ABA is the only way, run. The best therapists do not learn only ABA in their practice, but learn several methods and therapies and creates a personalized approach for each child depending on their very specific needs.

Every therapy in the world is adapted to the patient, so it makes absolutely no sense that some ABA practitioners use ABA as an industrial line, by applying the same one method to every autistic child they work with. There is no research that proves that ABA is the “miracle cure” that some practitioners claimed it to be.

As Dr. Prizant puts it: “Furthermore, when such claims are used to steer families exclusively toward ABA practice, and away from other considerations, it is a disservice to children with ASD and their families when the result is limitations in parent input and choice about treatment options. I will conclude with a quote from the late Bernard Rimland, Ph.D., a parent of an individual with autism; a recognized pioneer in the field of autism; and a tireless parent advocate, and long-time supporter of ABA practice:
“The “ABA is the only way” folks are wrong, not only because of their lack of information about research on the validity of other interventions, but because of their failure to recognize that parents have a right and an obligation to consider all possible forms of intervention, including those which may not yet have won the stamp of approval of whatever person or committee feels qualified to pass judgment on candidate interventions.”


Terapia ABA Parte 7 – Eficiência, ABA é a única opção?

Então, o ABA é tão eficiente que deve ser usado por todas as crianças autistas? Não.

Embora não possamos negar que o ABA parece ser eficiente no momento, ainda há dúvidas sobre para que é eficiente e por quanto tempo. Se a terapia ABA for mal usada, pode ser “eficiente” apenas para fazer a criança mascarar seus próprios traços autistas, sem realmente entender por que precisa de mascarar e por que isso é necessário. Em suma, eles não estão a aprendee nada novo mas a fingir que aprenderam.

“O mais abrangente revisão da pesquisa educacional até o momento, conduzida pelo National Research Council (um comitê nomeado pela National Academy of Sciences, NRC, 2001), concluiu que, dado o estado atual da pesquisa em ASD, não há evidências de que qualquer abordagem seja melhor do que qualquer outra abordagem para crianças de 0 a 8 anos de idade. O relatório observou: “Estudos relataram mudanças substanciais num grande número de crianças recebendo uma variedade de abordagens de intervenção, que vão desde comportamentais a de desenvolvimento.” (NRC, 2001) em aqui .

No Reino Unido, o ABA não é muito usado, pois pensa-se que é uma terapia baseada em conformidade e porque não há prova de que funcione a longo prazo. Na verdade, um pedido de relatório do governo, que recomenda terapia ABA intensiva, foi desacreditado por um estudo imparcial:

“No Reino Unido em dezembro de 2017, uma rigorosa revisão científica desacreditou o relatório de três anos e cinco volumes do BCBA-D Dillenburger, financiado pelo Governo da Irlanda do Norte, que recomendou o uso de terapia ABA intensiva. Este relatório que se pensa ter custado quase £1 milhão foi anulado pelo governo em 2018. “

Diversas pesquisas demonstraram problemas com alguns dos métodos básicos e subjacentes de ensino, usados ​​no ABA, como o ‘prompting’ (instigação de comportamento com uma dica) e repetição:

“Independentemente disso, a pesquisa indicou vários problemas com a teoria subjacente do ABA, especificamente consequências não intencionais, como dependência imediata de ‘prompting’, entre outras questões (Bryan & amp; Gast, 2000; Mesibov, Shea, & amp; Schopler, 2004). Embora o condicionamento e o estímulo sejam inicialmente destinados a facilitar o aprendizado e ajudar a acomodar os desafios relacionados ao funcionamento autônomo, o uso do ‘prompt’ muitas vezes não desaparece, mesmo quando necessário. O ‘prompt’ é usado para compensar desafios relacionados ao funcionamento independente, e foi planejado como uma ajuda temporária (Hume, Loftin, & Lantz, 2009; Cooper, Heron, & Heward, 2007). No entanto, a pesquisa constatou consistentemente que os indivíduos respondem às solicitações em vez de as pistas que se espera evocarão um comportamento-alvo, em última análise, contribuindo para o desamparo aprendido e, possivelmente, para a baixa auto-estima (MacDuff, Krantz, & McClannahan, 2001; Sternberg & Williams, 2010). Isso também pode explicar porque o condicionamento intensivo em crianças não-verbais raramente se generaliza para outras tarefas, presumindo que a tarefa-alvo seja dominada.” aqui .

“Um novo estudo publicado em Nature Neuroscience mostra que treinar indivíduos com ASD para adquirir novas informações, repetindo as informações, na verdade prejudica sua capacidade de aplicar o conhecimento aprendido a outras situações. Esta descoberta, por uma equipe de pesquisa internacional, desafia as abordagens educacionais populares projetado para indivíduos ASD que se concentram na repetição e exercícios. ” aqui .

Então, ABA é a única maneira?

“Quando esta afirmação é feita, os estudos mais frequentemente citados são os do Dr. Lovaas e colegas (Lovaas, 1987; McEachin, Smith, & amp; Lovaas, 1993), com 19 crianças a receber tratamento intensivo. Os serviços da ABA foram acompanhados e 9 foram considerados como tendo “recuperado” (ou seja, considerado “indistinguível dos pares”) no acompanhamento. No entanto, há vários problemas com essa afirmação.

  • Em primeiro lugar, esses estudos foram severamente criticados pelas alegações feitas, dado o número muito pequeno de indivíduos, o tipo e a intensidade do tratamento fornecido e a ausência de medidas de fidelidade ao tratamento (ver, por exemplo, Gresham & MacMillan, 1997, 1998 e Prizant & Rubin, 1999). Até o momento, aproximadamente 20 anos após a publicação do primeiro estudo Lovaas, não houve uma replicação bem-sucedida dos resultados originais, com uma série de tentativas fracassadas.
  • A questão da “recuperação” do autismo e até mesmo a definição do termo recuperação (ou seja, o estado de ser indistinguível de pares típicos) permanece controversa, e a probabilidade de recuperação para uma proporção significativa de crianças não foi apoiada em estudos de acompanhamento de longo prazo de crianças que receberam uma variedade de intervenções. Obviamente, muitas crianças fazem progressos significativos, indo bem academicamente, desenvolvendo relações sociais e tendo uma “qualidade de vida” positiva, mesmo que continuem a se qualificar para um diagnóstico e a vivenciar alguns dos desafios associados a ASD. (Para obter mais discussões sobre este tópico complexo e controverso, consulte meu artigo, On Recovery, na edição do verão de 2008 da ASQ.)”

Não se sai do espectro! Ou se continua, ou nunca se esteve.

Mesmo a afirmação de que há muitos estudos a provar que ABA funciona e nenhum estudo que outras abordagens funcionam não é suportada:

“Há um número considerável de estudos conduzidos por pesquisadores da ABA que demonstram a eficácia de elementos específicos da prática, muitos dos quais foram inicialmente desenvolvidos fora do campo da ABA, mas foram finalmente adotados por praticantes de ABA. Os exemplos incluem o ensino de habilidades comunicativas verbais e substituições comunicativas para comportamentos problemáticos; habilidades sociais; sistemas de comunicação visual; programações visuais; habilidades de brincar e recreação; habilidades de vida em comunidade; e relaxamento e outras estratégias regulatórias emocionais. são poucos os estudos que avaliaram a eficácia de programas de intervenção abrangentes; isto é, aqueles que abordam simultaneamente uma variedade de domínios de aprendizagem e desenvolvimento de habilidades para uma criança e sua família ao longo do tempo. Isso é verdadeiro para ABA, bem como para outras intervenções abordagens (NRC, 2001). Além disso, praticamente todas as pesquisas citadas para apoiar a eficácia do ABA – especialmente pesquisas resultando em alegações de que ABA é a melhor ou única abordagem que funciona – é conduzido por proponentes e profissionais de ABA. Carl Dunst, uma das vozes mais respeitadas na pesquisa centrada na família e baseada em evidências no campo das deficiências infantis, afirmou recentemente que “é importante discernir quais práticas são e não são eficazes sem um preconceito preconcebido ou presunção de eficácia para um prática sobre outra ”(Dunst, 2009). Assim, este princípio básico de objetividade na pesquisa é consistentemente violado na pesquisa de eficácia do ASD, tanto para ABA quanto para outras abordagens, já que a maioria dos estudos é tipicamente conduzida e publicada por proponentes da abordagem específica sob investigação “

A terapia ABA pode funcionar para algumas crianças, mas não para todas as crianças, e é isso que estou tentando fazer você entender com esta série. Se um praticante de ABA lhe disser que “tirará seu filho do espectro” ou que ABA é o único caminho, corra. Os melhores terapeutas não aprendem apenas ABA em sua prática, mas aprendem vários métodos e terapias e criam uma abordagem personalizada para cada criança, dependendo de suas necessidades muito específicas.

Cada terapia no mundo é adaptada ao paciente, então não faz absolutamente nenhum sentido que alguns profissionais de ABA usem ABA como uma linha industrial, aplicando o mesmo método para cada criança autista com quem trabalham. Não há pesquisa que prove que o ABA é a “cura milagrosa” que alguns praticantes afirmam ser.

Como Dr. Prizant diz: “Além disso, quando tais afirmações são usadas para direcionar as famílias exclusivamente para a prática ABA, e longe de outras considerações, é um péssimo desserviço para crianças com TEA e suas famílias quando o resultado são limitações na opinião dos pais e na escolha das opções de tratamento. Concluirei com uma citação do falecido Bernard Rimland, Ph.D., pai de um indivíduo com autismo; um reconhecido pioneiro no campo do autismo; e um defensor incansável dos pais e defensor de longa data da prática de ABA:
“Quem acredita que “ABA é a única maneira” esta errado, não apenas por causa de sua falta de informação sobre pesquisas sobre a validade de outras intervenções, mas por sua falha em reconhecer que os pais têm o direito e a obrigação de considerar todas as formas possíveis de intervenção, incluindo aquelas que podem ainda não ter ganho o selo de aprovação de qualquer pessoa ou comitê que se sinta qualificado para julgar as intervenções candidatas. ”

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Autism

Again, the use of “Autistic” as an insult – Jornal de Negocios

This week, Camilo Lourenco, in Jornal de Negocios (Portugal), said the following:

“The first happened when she asked:” But does anyone think that other countries are not facing exactly the same problems? ” Only an autistic person of the worst (and I apologize to the true autistic people) is able to say such stupidity considering the cold reality of the numbers ”

I sent an email to Camilo Lourenço, who did not answer me, and to Jornal de Negócios, in which the Director replied:

“I understand the squeamishness and revolt that the use of the word autism can provoke, but, as the author mentions in the text, his intention is not to be insulting to those with this clinical condition, just to point out a behavior that is detached from reality, that the word also means. In any case, I understand your point of view and recognize that the use of the word is unfortunate. I am sorry for the inconvenience caused. “

To which I replied: “I understand the intention, and with all due respect, if they used a race or sexual orientation to insult or demonstrate something “inferior”, it would be accepted globally as prejudice. However, for some reason, when it’s about autistic people, is considered to be “has no intention of being insulting”and “it is an expression”. No, I am not an expression to be used when you want to talk about something that is inferior. I am a person, not an expression, and I am not inferior , nor “in other world.” In the last year I have been fighting tirelessly to eliminate the stigma of Autism in Portugal, and I cannot tell you how many times I had to explain that Autism is not a disease, and we are not, in any way, unaware of reality. In fact, our brain is hyperconnected to the world, and it is only misinformation that leads to this idea that only perpetuates stereotypes and myths about Autism, which directly influences our quality of life. I understand that “there is no intention to be prejudiced”. However, you were. “

Finally, they said: “This stigma is even enshrined in the dictionaries, but I give you the whole point.”

Well, I went to search the Portuguese dictionaries online for this type of description, and I only found it in ONE online dictionary in Brazil, that mentioned Autism as a condition where the person is “detached from reality”. Besides that one, Autistic = person with Autism. Even dicio.com.br has changed its definition of Autism in recent months. And so, this shows precisely that the concept of being autistic, is only related to a person with the condition. In ZERO dictionaries, I found “expression to identify a person detached from reality”. Much less did I find the definition “person who says stupidity”, as the business newspaper accepted in Camilo’s text. It may be that the dictionaries available for the Journal are out of date, but as Sherlock Holmes said:

“The simplest explanation for some phenomenon is more likely to be accurate than more complicated explanations.”

And in that spirit, he would say that it is not the lack of access to updated dictionaries, nor of Google to research Autism, but only ableism and prejudice.


Novamente, o uso de “autista” como um insulto – Jornal de Negócios

Esta semana, Camilo Lourenco, no Jornal de Negocios, disse o seguinte:

“O primeiro sucedeu quando perguntou: “Mas alguém acha que os outros países não enfrentam exatamente os mesmos problemas?” Só um autista do pior (e peço desculpa aos verdadeiros autistas) é capaz de dizer uma estupidez destas tendo em conta a realidade fria dos números”

Eu enviei um e-mail a Camilo Lourenço, que não me respondeu, e ao Jornal de Negócios, em que o Diretor, respondeu:

“Compreendo o melindre e revolta que a utilização da palavra autista possa provocar, mas, como o autor refere no texto, o seu intuito não é ser insultuoso para com quem tem este estado clínico, apenas salientar um comportamento de alheamento da realidade, que a palavra também significa. De todo o modo compreendo o seu ponto de vista e reconheço que o uso da palavra é infeliz. Lamento o incómodo causado.”


Ao que eu respondi: “Eu compreendo a intenção, e com todo o respeito, se utilizassem uma raça ou uma orientação sexual para insultar ou demonstrar algo “inferior”, seria aceite globalmente como preconceituoso. No entanto, por alguma razão, quando são os autistas, é tido como “não tem intenção de ser insultuoso”, é uma expressão. Não, eu não sou uma expressão para ser utilizada quando querem falar de algo que é inferior. Eu sou uma pessoa, não uma expressão, e não sou inferior, nem “alheada”. Tenho no ultimo ano lutado incansavelmente para eliminar o estigma do Autismo em Portugal, e não lhe consigo dizer quantas vezes tive que explicar que Autismo não é doença, e não temos, de nenhuma forma, alheamento da realidade. De facto, o nosso cérebro esta hiperconectado ao mundo, e é apenas a desinformação que leva a esta ideia que apenas perpetua estereótipos e mitos sobre o Autismo, que influencia directamente a nossa qualidade de vida.Eu compreendo que não “haja intenção de ser preconceituoso”. No entanto, foram.”


Por fim, disseram: “Esse estigma está até consagrado nos dicionários, mas dou-lhe inteira razão. Se tratarmos o tema lembrar-me-ei da sua disponibilidade.”


Ora bem, eu fui pesquisar nos dicionários portugueses online por este tipo de descrições, e apenas o encontrei em UM dicionário online do Brasil.De resto, Autista = pessoa com Autismo. Ate o dicio.com.br alterou nos últimos meses a sua definição sobre Autista. E portanto, isto mostra precisamente que o conceito de ser autista, tem apenas relação com q pessoa com autismo. Em ZERO, encontrei “expressão para identificar pessoa alheada”. Muito menos encontrei a definição “pessoa que diz estupidezes”, como o jornal de negócios aceitou no texto de Camilo. Pode ser que os dicionários disponíveis para o Jornal de negócios estejam desatualizados, mas como dizia Sherlock Holmes:

“A explicação mais simples para algum fenômeno é mais provável de ser precisa do que explicações mais complicadas.”

E nesse espirito, diria que não e a falta de acesso a dicionários actualizados, nem de Google para pesquisar sobre Autismo, mas apenas capacitismo e preconceito.

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Prone restraints and their use in Sia’s movie Music

Tw: Description of restraints, injuries and deaths

Prone restraint is when you put the person/child facedown and sit or lay down on them, and it is use in disabled people when they have meltdowns, and I want to talk about it today. In Sia’s movie Music, we found several issues in the trailer that were awkward and quite upsetting, since it left us out of our own story, as you can see here. However, some other parts of the movie leaked online (video 1 and video 2), through @Auteach, where there are 2 scenes in the movie where they used prone restraints in Music. This is pictured as a humane approach in the movie, but it is in fact, deadly.

Legislature Bans Prone Restraints in Connecticut Schools | Connecticut  Public Radio
Image of Prone Restraint technique

This a very common form of restraint and it was used just over 38,000 times in England, in 2019. In England, this is done 10 times a day. It is supposedly used when the person might “hurt himself or others”. However, it can, and did, several times, cause injury or death. The prone restraint can limit breathing and not allow for the person to communicate to tell how they are feeling. This restraint might compress the chest, not allowing to expand to inhale, abdominal organs might be pushed up limiting the diaphragm, and agitation increases the body need intake of oxygen and heart rate, which can leads to hear failure.

A lawsuit on this subject, where ASAN participated, “points out that physical restraints and seclusion are so inherently dangerous and traumatizing that many states specifically outlaw or limit their use and the U.S. Department of Education has heavily scrutinized and sought to regulate their application.”

School is not necessarily a safe place, with the use of both prone restraints and seclusion used, as you can see for several deeply disturbing cases in this report “School is Not Supposed to Hurt“.

Something that every autistic people will immediately tell you is, if we are going through a meltdown, touching will probably only exacerbate them, since it is another sensory input. Although in SOME cases, a tight hug might help, prone restraints is not a hug. They are restricting and extremely dangerous.

Still, there were school lobbyists that “opposed this and say restraint and seclusion techniques are essential in teaching children with autism and other emotional and behavioral disabilities who act out in class and help to keep schools safe”. The problem is that the reason those restraints and seclusion are used is very vague and easily abused. Even in cases where the person might actually hurt themselves or others, there are much better ways to handle it, in a way to calm them down humanely and cutting down extra sensory stimuli. Locking them in a room or sit on them is not one of them. In fact, the GAO Report of 2009 studied 10 cases of death through this method and what they found was “(1) children with disabilities were sometimes restrained and secluded even when they did not appear to be physically aggressive and their parents did not give consent; (2) facedown or other restraints that block air to the lungs can be deadly; (3) teachers and staff in these cases were often not trained in the use of restraints and techniques; and (4) teachers and staff from these cases continue to be employed as educators.” In the Report they identified at least 20 cases of death due to restraints.

Real cases

Max Benson, 13 years old, in California, died from a prone restraint that was done on him for an hour, after kicking a wall.

Eric Parsa, 16, died after officers sat on him for 9 minutes after he had a meltdown in a parking lot.

Angellika Arndt, 7, died at a private day treatment center after being held for hours in a prone restraint on the floor by multiple staff members. The staff was allegedly unaware she had stopped breathing, thinking she fell asleep, until they rolled her body over and discovered she had begun to turn blue.

Corey Foster, 16, died after 8 special needs school staff restrained him because he would not leave the gym when he was asked.

Faith Finley, 17, died after two women restrained her face-down on the floor to “control” a meltdown.

Cornelius Fredericks, 16, who had a heart attack when at least seven workers restrained him

“Male, 14, diagnosed with post traumatic stress: 230 lb. teacher placed 129 lb. child facedown on floor and lay on top of him because he did not stay seated in class, causing his death. Death ruled a homicide but grand jury did not indict teacher. Teacher currently teaches in Virginia.”

“Female, 4, born with cerebral palsy and diagnosed as autistic: Child suffered bruising and post traumatic stress disorder after teachers restrained her in a wooden chair with leather straps described as resembling a miniature electric chair, for being “uncooperative.””

“Five victims, gender not disclosed, aged 6 and 7: Volunteer teacher’s aide, on probation for burglary and cocaine possession, gagged and duct-taped children for misbehaving. No records that school did background check or trained aide.

“Male, 9, with a learning disability: Parents allowed school to use time out room only as a “last resort,” but school put child in room repeatedly for hours at a time for offenses such as whistling, slouching, and hand waving. Mother reported that the room smelled of urine and child’s hands became blistered while trying to escape.”

“According to the father of an 8-year-old autistic boy, his son suffered
from scratches, bruises and a broken nose after being put in a prone
restraint by his public school teacher and aide.”

Our issue now with Sia’s movie is not only that excludes from our own stories, but actually supports the use of force to subjugate disabled people, and pass a dangerous and deadly technique as humane and “helpful”. Her active attempt to dehumanise and use us into her own narrative is concerning, and deeply retraumatizing for many autistic people. The last thing we need is people to see the movie and think that is how you should handle a meltdown.

Disabled lifes were historically ignored as less, and we still continue to see this since most teachers are not indicted for murder, and a potential deadly technique is still being used because other’s comfort and sense of control is more important than autistic lifes in itself.

Please do NOT see the movie or give any money their way. Boycott the movie. Not only for our inclusion, but for Eric, for Max, for Corey, for Faith, and many others. And please, advocate for the proihibition of the use of prone restraints and do NOT ever try to use them in someone.


Contenção ‘prone’ e o seu uso no filme de Sia ‘Music’

Tw: Descrição de contenção, lesões e mortes
A contenção ‘prone’ é quando se coloca a pessoa de bruços no chão e se senta ou deita sobre ela. É utilizado em pessoas com deficiência e autistas quando têm metldowns, e eu quero falar sobre isso hoje. No filme Music da Sia, encontrámos vários problemas no trailer que foram perturbadores, já que nos deixavam de fora da nossa própria história, como podem ver aqui. No entanto, algumas outras partes do filme vazaram online (vídeo 1 e vídeo 2), partilhado pela @Auteach, onde há 2 cenas no filme em que eles usaram contenções em Music. Isso é retratado como uma abordagem humana no filme, mas é, na verdade, mortífero.

Legislature Bans Prone Restraints in Connecticut Schools | Connecticut  Public Radio
Imagem da técnica de contenção ‘prone’

Essa forma de contenção é muito comum e foi usada mais de 38 mil vezes na Inglaterra, em 2019, o que equivale a 10 vezes ao dia. É supostamente usado quando a pessoa pode “apresenta perigo de se magoar a si mesma ou aos outros”. No entanto, pode, e causou, várias vezes, ferimentos ou morte. A contenção de bruços pode limitar a respiração e não permitir que a pessoa se comunique para dizer como se está a sentir. Essa restrição pode comprimir o tórax, não permitindo a expansão dos pulmões para inalar, os órgãos abdominais podem ser empurrados para cima, limitando o diafragma, e a agitação aumenta a necessidade de oxigênio no corpo e a frequência cardíaca aumenta, podendo causar paragem cardiaca.

Uma ação judicial sobre este assunto, em que a ASAN participou, “aponta que restrições físicas e isolamento são tão inerentemente perigosos e traumatizantes que muitos estados especificamente proíbem ou limitam seu uso e o Departamento de Educação dos Estados Unidos examinou profundamente e procurou regulamentar sua aplicação.” (Isolamento e quando fecham a pessoa numa sala sozinha).

A escola não é necessariamente um lugar seguro, com o uso de contenções de bruços e isolamento, como pode ver em vários casos profundamente perturbadores neste relatório “A escola não devia doer“.

Algo que todo o autista lhe dirá imediatamente é que, se estivermos a passar por um metltdown, o toque provavelmente só o exacerbará, já que é outro input sensorial. Embora em ALGUNS casos, um abraço apertado possa ajudar, restrições de bruços não são um abraço. Eles são restritivos e extremamente perigosos.

Ainda assim, houve responsáveis escolares que “se opuseram a isso e disseram que as técnicas de contenção e isolamento são essenciais para ensinar crianças com autismo e outras deficiências emocionais e comportamentais que agem em sala de aula e ajudam a manter as escolas seguras”. O problema é que o motivo pelo qual essas restrições e isolamento são usadas é muito vago e facilmente usado em demasia e mal. Mesmo nos casos em que a pessoa pode realmente se magoar a si mesma ou a outras pessoas, há maneiras muito melhores de lidar com isso, de forma a acalmá-la humanamente e reduzir os estímulos sensoriais extras. Trancá-los numa sala ou se sentarem sobre eles não é um deles. Na verdade, o Relatório GAO de 2009 estudou 10 casos de morte por meio desse método e o que eles descobriram foi “(1) crianças com deficiência às vezes eram contidas e isoladas mesmo quando não pareciam ser fisicamente agressivas e seus pais não deram consentimento; (2) de bruços ou outras restrições que bloqueiam o ar para os pulmões podem ser fatais; (3) professores e funcionários, nesses casos, muitas vezes não foram treinados no uso de restrições e técnicas; e (4) professores e funcionários desses casos continuam para trabalhar como educadores.” No Relatório eles identificaram pelo menos 20 casos de morte devido a restrições.

Casos reais
Max Benson, de 13 anos, na Califórnia, morreu devido a uma contenção de bruços que foi aplicada nele por uma hora, por pontapear uma parede.

Eric Parsa, 16, morreu depois que policiais se sentaram em cima dele por 9 minutos depois que ele teve um meltdown num parque de estacionamento.

Angellika Arndt, de 7 anos, morreu num centro de tratamento diurno privado após ser mantida por horas numa contenção de bruços no chão por vários membros da equipa. A equipa supostamente não percebeu que ela havia parado de respirar, pensando que ela adormeceu, até que rolou o seu corpo e descobriu que ela tinha começado a ficar azul.

Corey Foster, 16, morreu depois que 8 funcionários da escola com necessidades especiais o contiveram porque ele não saiu do ginásio quando foi solicitado.

Faith Finley, 17, morreu depois que duas mulheres a seguraram de bruços no chão para controlar um meltdown.

Cornelius Fredericks, 16, que teve um ataque cardíaco quando pelo menos sete trabalhadores o contiveram

“Homem, 14 anos, com diagnóstico de estresse pós-traumático: o professor de 100 kgs colocou a criança de 58 kgs de barriga para baixo no chão e deitou-se em cima dele porque ele não ficou sentado na sala de aula, causando sua morte. A morte foi decidida um homicídio, mas o júri decidiu não acusar professor. O professor atualmente leciona na Virgínia. ” GAO 2009

“Mulher, 4 anos, nascida com paralisia cerebral e diagnosticada como autista: criança sofreu hematomas e transtorno de estresse pós-traumático depois que os professores a contiveram numa cadeira de madeira com tiras de couro descritas como parecidas com uma cadeira elétrica em miniatura, por ser“ não cooperativa ”.”

“Cinco vítimas, sexo não divulgado, com idades entre 6 e 7: auxiliar de professor voluntário, em liberdade condicional por roubo e porte de cocaína, crianças amordaçadas e com fita adesiva por mau comportamento. Não há registros de que a escola tenha verificado ou pesquisado antecedentes”

“Homem, 9 anos, com deficiência de aprendizagem: os pais permitiam que a escola usasse a sala de reclusão apenas como último recurso, mas a escola colocava a criança na sala repetidamente por horas por vez por ofensas como assobio, desleixo e aceno de mão. Mãe relatou que o quarto cheirava a urina e as mãos de criança ficaram com bolhas ao tentar escapar. “

“De acordo com o pai de um menino autista de 8 anos, seu filho sofria de arranhões, hematomas e um nariz quebrado após ser colocado em um restrição por parte de seu professor e assessor de escola pública. “

O nosso problema agora com o filme de Sia não é apenas excluir nos das nossas próprias histórias, mas na verdade apoiar o uso da força para subjugar pessoas com deficiência, e passar uma técnica perigosa e mortal como humana e “útil”. A sua tentativa ativa de nos desumanizar e nos usar na sua própria narrativa é preocupante e profundamente re-traumatizante para muitas pessoas autistas. A última coisa de que precisamos é de pessoas a verem o filme e pensarem que é assim que devem lidar com um meltdown.

As vidas de pessoas com deficiência foram historicamente ignoradas e marcadas como como “menos”, e ainda continuamos a ver isso, já que a maioria dos professores não é indiciado por homicídio, e uma técnica potencialmente mortal ainda está a ser usada porque o conforto e a sensação de controle dos outros são mais importantes do que vidas autistas em si.

Por favor, NÃO veja o filme nem lhe dê dinheiro. Boicote o filme. Não apenas pela nossa inclusão, mas por Eric, por Max, por Corey, por Faith e muitos outros. E, por favor, defenda a proibição do uso de restrições de brucos e NUNCA tente usá-las em alguém.