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Anti-Racism Conversations

Anti-racism and Intersectionality

Feminism has to accommodate for intersectionality. Intersectionality is the interconnected systems of oppression, when race, disability, social status, etc, cross in who we are. Feminism is not supporting women if doesn’t includes different experiences about what it means being one. Different people have different privileges and it is important to acknowledge them so no women is left behind, specially the women that suffer the most.
The media attention is now dying out and we need to keep momentum on #blacklivesmatter by continue to talk about black experiences and making positive changes in the system. There is still protestors in the street and we still need to keep a spotlight on the voices of Black women.
For whoever is trying, just know a lot of people is going to try to drain your energy by demanding explanations, many just to get you tired, without sources or truth. No one will change the minds that do not want to learn. Take care of yourself and keep fighting by changing the system, not individual minds.

Books that are indispensible as feminists:

  • Why I’m no Longer Talking with White People About Race – Reni Eddo-Lodge
  • Black Feminist Thought – by Patricia Hill Collins
  • How to Argue With a Racist – Adam Rutherford
  • Hood Feminism: Notes from the Women That a Movement – Mikki Kendall

“Eu não sou livre enquanto uma mulher não é livre, mesmo quando as suas algemas são muito diferentes das minhas. E eu não sou livre enquanto uma pessoa de Cor permanecer acorrentada. Nem qualquer um de vocês. Eu falo aqui como uma mulher de Cor que não se inclina à destruição, mas à sobrevivência.” 1981, Audre Lorde.

O feminismo tem que acomodar a interseccionalidade. Interseccionalidade são os sistemas intersectados de opressão e discriminação, quando raça, género, deficiência, status social, etc, se cruzam. O feminismo não está a apoiar todas as mulheres se não incluir experiências diferentes sobre o que significa ser mulher. Pessoas diferentes têm privilégios diferentes e é importante reconhecê-las para que nenhuma mulher seja deixada para trás, principalmente as mulheres que sofrem mais descriminação. A atenção da imprensa está a diminuir e precisamos manter o ímpeto do #blacklivesmatter continuando a falar sobre experiências negras e fazendo mudanças positivas no sistema. Ainda há manifestantes na rua.

Para quem continua a tentar, saiba que muitas pessoas tentarão drenar a vossa energia exigindo explicações, muitas apenas para nos cansar, sem fontes ou verdades. Ninguém vai mudar de ideia que não tem a intenção de aprender. Cuide de si, mas continue a lutar para mudar o sistema, não mentes individuais.

Livros indispensáveis a feministas:

  • Why I’m no Longer Talking with White People About Race- Reni Eddo-Lodge
  • Black Feminist Thought – by Patricia Hill Collins
  • How to Argue With a Racist – Adam Rutherford
  • Hood Feminism: Notes from the Women That a Movement – Mikki Kendall