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Ableism

Ableism

Ableism is the discrimination and social prejudice against people with some disability, whether chronic or mental illness, Autism, hearing problems , wheelchair use, etc. Ableism assumes that people with disabilities are “inferior” to those without disabilities, directly or indirectly.

Types of Ableism

1. Infantilizing adults: Do not treat autistic or disabled adults like children. To assume that we have a low intellect is prejudiced and wrong. Adult is adult, even if they actually have an intelect impairement.

2. Lack of accessibility: To not promote accessibility for everyone. It may be due to lack of ramps, interpreters, etc.

3. “Inspiration”: People with disabilities do not exist to make the world feel “inspired”. The only reason we have to overcome difficulties is because they do not design society to count with us, When someone is successful against “all odds”, it is because the odds are against us. It also implies that disabled people can’t be succesful, which is not true.

4.Language: The most obvious. Using illnesses/ disorders /disabilities or just differences as an insult reinforces that these people are so “unwanted” that they can be used as an insult. Do not use “r**arded”, “seems bipolar” or “so autistic”. Have common sense and humanity.

5. Minimizing disability: Saying “you don’t look autistic” is not a compliment, and thinking it is, is offensive, as it implies that being autistic is “unwanted” and it is better not to be. We all have different difficulties and people with disabilities have to get used to a society not designed for them. Be respectful.

6. Doubting a disability: many disabilities are invisible and have no face. Mental, and chronic ilnesses, Autism, hearing problems, are invisible. Don’t doubt a disability just because you don’t see it.

7. Lack of representation: Lack of representation is quite common in all disabilities. Mental illnesses to be used in horror movies, autistic people are “quirky” and cold, or to speak only of the “pain” of disability, not being representative. In general, the disabled person is used as a “token”, a secondary character, just to show integration, but rarely as a protagonist or representative of the community. The media also rarely calls autistic people to talk about their experiences, only giving the space to healthcare professionals or mothers of autistic people.

8. Feeling pity: Our difficulties are usually related to the lack of space in society for people like us and the lack of tolerance for our differences, not about who we are. We are no less than you, we are different.

9. To assume lack of ability: Just because we have a disability does not mean that we have no skills. Just because we are non-verbal does not mean that we are not intelligent. Just because we are autistic does not mean that we are bad mothers. Just we have a wheelchair does not mean that we are not independent. Even certain laws sometimes assume a lack of capacity in certain areas just because of a disability.

It is important to recognize the types of ableism in ourselves and others, and to prevent it from happening, for a more inclusive and representative society.

After all, 20% of society has some kind of disability, and this minority is the only one that anyone can join at any time in their life.

Remember that they are not just disabilities, they are different abilities.


Capacitismo

Capacitismo é a discriminação e o preconceito social contra pessoas com alguma incapacidade (não gosto de dizer deficiência, que implica um déficit), seja doença crónica ou mental, Autismo, problemas auditivos, uso de cadeira de rodas,etc.

O capacitismo pressupõe que pessoas com incapacidades são “inferiores” a quem não tem incapacidades.

Tipos de Capacitismo

1. Infantilização de adultos: Não trate adultos autistas ou com incapacidades como crianças. Assumir que temos baixo intelecto é preconceituoso e errado. Adulto é adulto.

2. Falta de acessibilidade: Não promover a acessibilidade de todos. Pode ser por falta de rampas, de intérpretes, etc.

3. “Inspiração”: Pessoas com incapacidades não existem para fazer o mundo se sentir “inspirado”. A única razão para termos que ultraassar dificuldades é por não desenharem a dociedade a contar connosco, Quando alguém é bem-sucedido contra “todas as probabilidades”, é porque as probabilidades estão contra nós.

4.Linguagem: O mais óbvio. Usar doenças/transtornos/incapacidades ou apenas diferenças como insulto reinforça que essas pessoas são tão “indesejadas” que podem ser usadas como insulto. Não use “r*tardado”, “parece bipolar” ou “que autista”. Tenha bom senso e humanidade.

5. Minimização da incapacidade: Dizer “não parece autista” não é um elogio, e pensar que é, já é ofensivo, pois implica que ser autista é algo “indesejado” e é melhor não se ser. Todos temos dificuldades diferentes e pessoas com incapacidades têm que se habituar a uma sociedade não desenhada para eles. Respeite.

6. Assumir que não têm incapacidade: muitas incapacidades são invisíveis e não têm cara. Doenças mentais, e crónicas, Autismo, problemas auditivos, são invisíveis. Não duvide de uma incapacidade só porque não a vê.

7. Falta de representação: A falta de representação é bastante comum em todas as incapacidades. Doenças mentais a serem usadas para filmes de terror, autistas são “quirky” e frios, ou falam apenas na “dor” da incapacidade, não sendo representativo. Em geral, o incapacitado é usado como “token”, uma personagem secundária, só para mostrar integração, mas raramente como protagonista ou representativo. A imprensatambém raramente chama pessoas autistas para falar sobre suas experiências, dando apenas espaço a profissionais de saúde ou mães de pessoas autistas.

8. Sentir pena: As nossas dificuldades normalmente estão relacionadas com a falta de espaço na sociedade para pessoas como nós e falta de tolerância para as nossas diferenças, não com quem somos. Nós não somos menos, somos diferentes.

9. Assumir falta de capacidade: Só porque temos uma incapacidade, não significa que não temos habilidades. Só por sermos não verbais, não significa que não somos inteligentes. Só por sermos autistas, não significa que somos más mães. Só por termos uma cadeira de rodas, não significa que não somos independentes. Até certas leis por vezes assumem falta de capacidade em certas áreas apenas por uma incapacidade.

É importante reconhecermos os tipos de capacitismo em nós e nos outros, e evitar que aconteça, para uma sociedade mais inclusiva e representativa.

Afinal, 20% da sociedade tem algum tipo de incapacidade, e esta minoria é a única que qualquer pessoa se pode juntar a qualquer momento da sua vida.

Lembre-se que não são apenas incapacidades, são diferentes capacidades.

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Disability

Data from research by Women’s Aid.

In Britain, 1 in 4 women will experience domestic violence during their lifetime. For women with disabilities, it is 1 in 2.


Na Grã-Bretanha, 1 em 4 mulheres irá sofrer violência doméstica durante a sua vida. Para mulheres com incapacidades (não concordo com o uso da palavra deficiências), é 1 em 2.