Categories
Women's Rights

Women’s Unpaid Work

Unpaid work includes cooking, housework, gardening, elderly care, childcare and others.

Unpaid work is not included in the countries GDP (Gross Domestic Product), however there are some economic theories that it should, since in Africa, for example, gathering firewood, is a very productive and essential activity in the rural area. However, it hasn’t been included since it was associated as women’s work.

If we want a proper distribution of work, we need to consider unpaid work into the GDP, and to implement policies for redistribution of work, and to free women from it, as much as possible.

If you would like more information on the value of unpaid work, policies for redistribution and introduction in the GDP check “Reducing and Redistributing Unpaid Work: Stronger Policies to Support Gender Equality” or UNWomen.


Mulheres e meninas fazem 12.5 biliões de horas de trabalho não pago por dia, globalmente, o que contribui com 10.8 triliões de dólares, ao ano para a economia global (3 vezes maior que a indústria tecnológica).

Trabalho não pago inclui cozinhar, trabalho em casa, jardinagem, tomar conta de idosos e tomar conta de crianças, entre outros.

O trabalho não remunerado não está incluído no PIB (Produto Interno Bruto) dos países, no entanto, existem algumas teorias económicas que deveria ser, já que na África, por exemplo, recolher lenha, é uma actividade muito produtiva e essencial na área rural. No entanto, até hoje não foi incluído, pois está associado ao trabalho de mulheres.

Se queremos uma distribuição adequada do trabalho não pago, precisamos inclui-lo no PIB, implementar políticas de redistribuição do trabalho e libertar as mulheres dele, tanto quanto possível.

Se quiser mais informações sobre o valor do trabalho não pago, políticas para a sua redistribuição e introdução no PIB, veja: “Reducing and Redistributing Unpaid Work: Stronger Policies to Support Gender Equality” ou UNWomen.

Categories
Women's Rights

Body image

Almost one in two of the respondents, between the age of 18 and 24-year-olds, said images on social media had caused them to worry about their own body image. Also one in three young adults were depressed due to the same issue.

Body image is seriously damaging the mental health and self-esteem of young adults all over the world, specially due to Social Media and Advertising.

It is important to ensure brands and Socia Media are responsible to share more real bodies, instead of unattainable figures from celebrities with a private personal trainers and nutritionists.

There are 1.6 million british people, mostly women, affected by eating disorders, according to Anorexia & Bulimia Care. During lockdown, there was an increase in pressure to maintain body expectations, besides everything else that already damages our mental health during the pandemic.

These numbers will only increase until we, as society, change the value we put into unrealistic body types. Avoid following those accounts in Social Media, and start following positive, body loving people, that incentivates us to love our own.


Um estudo britânico mostrou que um em oito adultos teve pensamentos suicidas devido a imagem corporal.

Quase um em cada dois dos entrevistados, entre 18 e 24 anos, disse que as imagens nas redes sociais os preocuparam com a própria imagem corporal. Também um em cada três jovens adultos sentiu-se deprimido devido ao mesmo problema.

A imagem corporal está a prejudicar seriamente a saúde mental e a auto-estima de jovens adultos em todo o mundo, principalmente devido às redes sociais e à publicidade.

É importante garantir que as marcas e redes sociais sejam responsáveis ​​por incluir mais corpos reais, em vez de figuras inatingíveis de celebridades com personal trainers e nutricionistas particulares.

Existem 1,6 milhões de britânicos, principalmente mulheres, que sofrem de distúrbios alimentares, de acordo com a organização Anorexia & Bulimia Care. Durante o confinamento, houve um aumento da pressão para manter as expectativas do corpo, além de tudo o resto que já prejudica a nossa saúde mental durante a pandemia.

Estes números só irão aumentar até que nós, como sociedade, alterarmos o valor que atribuímos a tipos de corpos irrealistas. Evite seguir essas contas nas redes sociais e comece a seguir pessoas positivas que amam o seu corpo, e nos incentivam a amar o nosso.

Categories
Women's Rights

Disability

Data from research by Women’s Aid.

In Britain, 1 in 4 women will experience domestic violence during their lifetime. For women with disabilities, it is 1 in 2.


Na Grã-Bretanha, 1 em 4 mulheres irá sofrer violência doméstica durante a sua vida. Para mulheres com incapacidades (não concordo com o uso da palavra deficiências), é 1 em 2.